A firmeza da mulher nas inspeções navais

Mensalmente, mais de 700 embarcações são abordadas na região Amazônica. Uma atividade, que requer conhecimento, técnica e firmeza durante as ações.

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Suboficial (PD) Kátia Nascimento em sua carreira teve a oportunidade de participar do maior casamento coletivo indígena do Brasil

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Alcançando os últimos anos da carreira militar, a Suboficial (PD) Kátia Nascimento vive uma das experiências mais marcantes de sua vida. Ela, que passou parte da sua carreira na aérea do 1° Distrito Naval (1° DN) no Rio de janeiro.

A militar trabalhava nas áreas de Informática e Administrativa e teve sua rotina modificada no início do ano de 2020, quando foi designada a integrar equipe da Capitania Fluvial de Tabatinga (CFT), subordinada ao Comando do 9° Distrito Naval (9° DN), localizada em uma significativa área da Amazônia; na Tríplice Fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

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Recordação que a Suboficial (PD) Kátia guarda com carinho quando ainda era Cabo na Marinha

Diariamente, a Suboficial Kátia embarca em um dos Meios da CFT para realizar atividades de Inspeção Naval e ações do projeto Capitania Itinerante. Mensalmente, mais de 700 embarcações são abordadas na região. Uma atividade, que requer conhecimento, técnica e firmeza durante as ações. a Sub Kátia as cumpre com profissionalismo.

Longe do marido e dos filhos, ela destaca a felicidade de vestir a farda: “Com muito orgulho, viemos para completar a Força. Executamos com excelência as atividades atribuídas. Deixamos a nossa marca. Tive o prazer de prestar apoio para o maior casamento coletivo indígena do Brasil. Experiências incríveis que vou levar para minha vida”, comenta com orgulho.

  • Com informações do 9º DN


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