Ação dos Delta Force na operação que matou o líder do Estado Islâmico, na Síria

O chefe do grupo terrorista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, morreu em uma operação militar liderada pelos Estados Unidos no noroeste da Síria. A informação foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com Trump, o chefe do EI se suicidou, utilizando um colete com explosivos, em um túnel, em que era perseguido durante a ação conduzida pelas tropas americanas. A detonação ainda causou a morte dele e de três filhos. “Morreu como um cachorro, como um covarde”, atacou.

O presidente classificou a missão como “impecável” e “ousada” e afirmou que nenhum soldado americano foi morto, ao contrário do que aconteceu com membros do EI. Segundo Trump, o corpo do terrorista foi identificado 15 minutos depois, por meio de teste de DNA.

No seu auge, o EI controlou vastos territórios no Iraque e na Síria, onde proclamou um califado marcado pela imposição brutal de uma versão puritana do Islã. Além da opressão da população sob seu comando, o grupo planejou ou inspirou ataques terroristas na Europa, usando técnicas de propaganda nas redes sociais para atrair um número amplo de voluntários estrangeiros.

Foram vários anos de guerra, nos quais o EI ficou famoso pelas execuções em massa e assassinatos de reféns, antes de o último território do califado na Síria ser retomado, em março.



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