Acidente com Boeing 737 da Miami Air começa ser investigado

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Dezesseis investigadores federais chegaram a Jacksonville, Flórida, no último sábado (4) para dar início as possíveis causas, que levaram o Boeing 737 com 143 pessoas a bordo deslizar na pista e cair no rio St. Johns, enquanto tentava pousar na pista da base militar durante uma tempestade e ferindo 21 pessoas.

O Boeing 737-800, fretado pelo Exército dos EUA, chegava de Guantánamo (Cuba), com 136 passageiros e sete tripulantes quando caiu no rio, no final da pista de pouso de Jacksonville, informaram as autoridades. Ninguém ficou gravemente ferido e que se machucaram, fora levadas para um hospital local, informou o escritório do xerife.

O National Transportation Safety Board (NTSB) disse por meio de sua conta no Twitter, que 16 investigadores estavam chegando a Jacksonville no sábado. “A equipe do NTSB tem expertise em operações de aeronaves, estruturas, usinas, desempenho humano, clima, aeroportos e outras áreas”, disse a agência, acrescentando que espera fornecer informações à mídia breve.

O avião, fretado junto a empresa Miami Air International, estava tentando pousar por volta das 21h40, horário local, em meio a trovões e relâmpagos quando derrapou da pista e parou na água rasa do rio, disseram autoridades e passageiros.

A base militar fica na margem ocidental do rio St. Johns, cerca de 12,8 Km ao sul do centro de Jacksonville. A Miami Air International opera uma frota do Boeing 737-800, diferente da aeronave 737 MAX 8, que não está mais voando após dois acidentes fatais envolvendo o modelo.

  • Com informações de agências de notícias internacionais

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