ALA 12 recebe visita de Fuzileiros Navais dos EUA para reconhecimento de instalações que serão utilizadas na UNITAS AMPHIBIOUS 2019

Na tarde da última quarta-feira dia 20, a ALA 12 (antiga Base Aérea de Santa Cruz), recebeu a visita de uma comitiva de militares do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC), que foram recebidos pelo Comandante da unidade, Coronel Aviador Alessandro Cramer. A visita teve por objetivo, realizar o reconhecimento das instalações da ALA 12 para servir como base de apoio aos meios aéreos que comporão o Exercício UNITAS AMPHIBIOUS 2019. O exercício é uma Operação Anfíbia Multinacional, que irá contar com a participação de 10 países: Brasil, Argentina, Canadá, Colômbia, Estados Unidos da América, Equador, México, Paraguai, Peru e Portugal. 

O UNITAS AMPHIBIOUS é um exercício tradicional que, há mais de 30 anos, é realizado promovendo a cooperação internacional dos países das Américas. Em 2019, cerca de 1.200 militares dos dez países participantes farão parte dela. Desde o ano passado, representantes das nações envolvidas participam de diversas conferências que culminaram em planejamentos simulados, onde situações hipotéticas são trabalhadas pelos participantes, sem emprego de meios aéreos. Esse ano, porém, o exercício terá emprego dos meios. O Exercício UNITAS AMPHIBIOUS deverá acontecer em agosto e contará com três navios brasileiros e dois navios norte-americanos.

Militares dos EUA operando no Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM) durante a UNITAS AMPHIBIOUS 2015, Foto: Anderson Gabino

O propósito da UNITAS é a interoperabilidade entre as Forças Armadas dos países americanos e a cooperação entre eles. Como tema de 2019, será empregada a assistência humanitária decorrente de um desastre natural. “Nós simularemos uma operação na qual receberemos a tarefa de ajudar a população que foi acometida por um desastre natural. De acordo com o cenário, deverá ser um furacão, seguido de um terremoto. O local escolhido para a simulação será numa ilha. Neste caso, utilizaremos a Ilha da Marambaia, na qual as instituições de defesa civil teriam muita dificuldade de acesso, por isso o emprego das Forças Armadas, que seriam as instituições mais apropriadas para isso”, explicou o Chefe de Operações da Força de Fuzileiros da Esquadra da Marinha do Brasil, Capitão de Mar e Guerra do Corpo de Fuzileiros Navais Dirlei Donizette Côdo. 

Fonte: CECOMSAER, Fotos: Sargento Neubar / Ala 12 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here
Enter the text from the image below