Amazul e Nuclep assinam contrato para construção de protótipo do reator nuclear para o SN-BR

Durante a cerimônia de junção das seções do submarino S-41 Humaitá, nesta sexta-feira (11), em Itaguaí (RJ) foi assinado contrato entre as empresas, Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A.(Amazul) e NUCLEBRAS Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep) para confecção do protótipo do reator nuclear que está sendo desenvolvido pela Marinha do Brasil (MB).

O protótipo é um modelo do reator que vai equipar o futuro submarino com propulsão nuclear (SN-BR). O contrato prevê a fabricação, montagem e fornecimento do vaso (cilindro) e estruturas internas de contenção e a fabricação do tanque de blindagem primária do chamado Labgene , concebido como um protótipo, em terra e em escala real, dos sistemas de propulsão que serão instalados no SN-BR.

Parte essencial do Programa Nuclear da Marinha, o Labgene tem como função permitir a simulação, em condições ótimas de segurança, da operação do reator e dos diversos sistemas eletrônicos a ele integrados, antes de sua instalação no submarino com propulsão nuclear.

Na solenidade de assinatura do contrato, o diretor-presidente da Amazul, vice-almirante Antonio Carlos Soares Guerreiro, salientou o início de uma nova fase para a empresa.

“A partir de agora, a Amazul assume a gestão dos contratos em prol da construção do protótipo da planta de propulsão nuclear naval e, futuramente, da seção de propulsão nuclear do submarino Álvaro Alberto, com mão de obra própria, em estreita colaboração com a Marinha, e com parceiros industriais, tais como a Nuclep.”

Guerreiro destacou também o surgimento de uma parceria estratégica e com potencial sinérgico entre as duas estatais. “Por um lado, a Amazul dedicada a projetos de engenharia, em várias áreas do conhecimento, e, do outro, a Nuclep com uma enorme capacidade industrial”, observou.

O presidente da NUCLEP, contra-almirante Carlos Henrique Silva Seixas, agradeceu a confiança depositada na empresa. “Temos imenso orgulho de assinarmos com a Amazul o contrato para a construção da Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha.

A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da NUCLEP como indústria de base nacional e para que alçássemos voos altos, que nos permitissem adquirir a expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário do nosso país. Consolidar mais essa parceria significa muito para nós”, finalizou.

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  • Com informações do Nuclep


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