Apoio logístico viabiliza Missão Guamá-Tocantins

Foto por Tenente Coronel André Oliveira via Ministério da Defesa.

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Quem vê o médico atendendo os pacientes da aldeia nem imagina a mobilização por trás para garantir o êxito dos trabalhos. Equipes militares de pilotos, motoristas, cozinheiros e seguranças estão envolvidos nos bastidores da Missão Guamá-Tocantins, em aldeias indígenas do noroeste do Pará. Na terça-feira (24), as ações ocorrerem na aldeia Mapuerá, localizada a 260km de Oriximiná, onde os militares estão baseados.

Uma escola municipal foi adaptada por militares do 8° Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC), para que os profissionais de saúde pudessem fazer os atendimentos. O 8º BEC está localizado no município de Santarém, também, no Pará, e a 160 km de Oriximiná, onde a missão está baseada.

A preparação dos quartos, com colocação de beliches, provisão de mantimentos para as refeições, organização dos banheiros e disponibilização de viaturas para o deslocamento da equipe de saúde ficou a cargo dos soldados do BEC. O integrante do Batalhão responsável pela base, Tenente Anderson Luares, disse que cerca de 60 pessoas atuam na operação. “Embarcamos de balsa para Oriximiná na semana passada, e organizamos toda a logística. Cada detalhe foi planejado, como a quantidade de combustível necessário”, relatou.

Em outra frente, o 3º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação (Esquadrão Puma), foi a unidade da Força Aérea designada para o translado da equipe entre o alojamento e as aldeias. Um dos pilotos, Tenente Felype Henryque, informou que um helicóptero foi deslocado do Rio de Janeiro (RJ) para uso na missão, enquanto outro veio da capital potiguar. A preparação das aeronaves começa no dia anterior às missões, com a definição da quantidade de passageiros a serem transportados e o cálculo do combustível necessário, entre os detalhes técnicos.

Para cumprir os horários, essa equipe precisa estar pronta com pelo menos uma hora de antecedência do horário de embarque. Isso porque, antes da partida, devem desbloquear o helicóptero e novamente verificar todo o funcionamento para que o voo ocorra com segurança. Conforme explica o Tenente Felype, foram 35 mil litros de combustível transportados para apoiar a missão.

Além disso, diversos equipamentos como maca, kit de manutenção da aeronave, material de balizamento para voo noturno foram levados para a missão. “Não é tão comum para nosso Esquadrão atuar aqui no Norte, para nós é uma experiência e uma satisfação imensa participar”, disse ele.

  • Fonte: Ministério da Defesa, com Mariana Alvarenga com fotos por Tenente Coronel André Oliveira via redação Orbis Defense.


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