Boeing deve manter à atual nomenclatura dos aviões da Embraer

A Boeing deve manter à atual nomenclatura dos aviões comerciais da Embraer após a conclusão da transação comercial entre as duas fabricantes, prevista para encerrar até o final deste ano.

Com a divulgação do nome da joint venture que absorverá a aviação comercial da Embraer, e que se chamará ‘Boeing Brasil – Commercial’, especulava-se que as aeronaves também poderiam ser rebatizadas.

Procurada por meio da assessoria de imprensa, a Boeing informou que, por enquanto, não há nenhum estudo em andamento para mudar o nome das aeronaves da Embraer.

A Embraer batiza seus jatos comerciais como E-Jets (família lançada em 1999) e os E-Jets E2 (segunda família, apresentada em 2013). São quatro aeronaves da primeira geração (E170, E175, E190 e E195) e três da segunda geração (E175-E2, E190-E2 e E195-E2).

Mudança de nome da aeronave ocorreu, por exemplo, na transação comercial entre a Airbus e a canadense Bombardier, respectivamente as maiores concorrentes da Boeing e da Embraer.

A gigante europeia rebatizou o avião CSeries da Bombardier, de 110 a 130 assentos, para A220, que faz parte do portfólio de longa data de aeronaves A300 da fabricante.

Além de manter o nome dos aviões da Embraer, a expectativa da Boeing e da fabricante brasileira é que a produção dos jatos comerciais tenha um impulso após o fechamento do negócio, em razão do maior poder de venda e penetração no mercado global da companhia americana.

“Um dos objetivos da parceira estratégica entre as empresas é o aumento do número de aeronaves exportadas pela Embraer”, informou a Embraer.

Uma nova aeronave

A Boeing tem na prancheta, há dois anos, a produção de uma nova aeronave comercial, que pode contar, a partir da finalização do negócio com a Embraer, com a participação dos engenheiros da fabricante brasileira. Os profissionais serão incorporados à Boeing Brasil – Commercial.

  • Com informações do Jornal O Vale, Por: Xandu Alves

10 COMENTÁRIOS

  1. Bolsonaro deveria ter usado a golden share e vetado. O Governo deveria também ter pago a mixaria que deve a embraer, e não estranhamente postergar o prazo. Se esse governo fosse mais esperto e menos bitolado. Costuraria um acordo com a China para ela abrir o mercado a Embraer, ela faria isso para prejudicar a boeing/EUA e a não realização da absorção da embraer.

    • China? Ela suga o Brasil, e vai sugar até não mais poder. China é uma farsa. Não dispõe de tecnologia, tudo pirateada e copiada, a prejuízo de outros. Não esqueça. Por trás da China existe um regime ditatorial, comnista que oprime e esplora o próprio povo. Vice precisa se informa garoto. Aproveita a oportunidade que estou te dando

    • Amigo, se não for esse acordo a Embraer acaba, sim, pois imagina como ela vai competir com a Boeing e a Airbus ( lembra que agora a Bombardier foi comprada pela a Airbus e isso fez a Embraer ficar em último e ter uma tremenda desvantagem). Graças a esse acordo a Boeing irá ajudar a vender os E-Series e isso melhora a situação econômica da Embraer. Nunca confie na China, um país que só cópia e nem ser comunista consegue. Da uma pesquisada nos aviões feitos na China, são iguais!

  2. Obviamente a Embraer não sobreviveria no mercado, assim como a Bombardier. De uma forma ou de outra a gigante americana teria um avião do nicho da Embraer! sendo projetando um modelo do zero ou se associando com alguma empresa do mercado (participação mais rapida, até por conta da entrada da Airbus). A fabricante americana poderia se associar ao projeto da Mitsubishi por exemplo. A fabricante européia da mesma forma teria seu avião e os canadenses da Bombardier não perderam tempo e se associaram a gigante européia. A decisão do negocio coube a própria Embraer com aval do governo, era isso ou a empresa começaria a perder valor de mercado e sofrer perdas financeiras, como os prejuízos anunciando. Sendo as duas maiores fabricantes do planeta com penetração geopolítica, o negocio foi excelente. A China compra aviões Boeing e Airbus em lotes gigantescos, com isso a nova empresa poderá vender tranquilamente seus aviões aquele mercado.

  3. Obviamente a Embraer não sobreviveria no mercado, assim como a Bombardier. De uma forma ou de outra a gigante americana teria um avião do nicho da Embraer! sendo projetando um modelo do zero ou se associando com alguma empresa do mercado (participação mais rapida, até por conta da entrada da Airbus). A fabricante americana poderia se associar ao projeto da Mitsubishi por exemplo. A fabricante européia da mesma forma teria seu avião e os canadenses da Bombaerider não perderam tempo com “mimimis” e se associaram a gigante européia. A decisão do negocio coube a própria Embraer com aval do governo, era isso ou a empresa começaria a perder valor de mercado e sofrer perdas financeiras, como os prejuízos anunciando. Sendo as duas maiores fabricantes do planeta com penetração geopolítica, o negocio foi excelente. A China compra aviões Boeing e Airbus em lotes gigantescos, com isso a nova empresa poderá vender tranquilamente seus aviões aquele mercado.

  4. Vejo muita gente reclamando que entregamos a Embraer. A maioria do capital da empresa já era estrangeiro e no tempo que vivemos ou ela se alia a Boeing ou provavelmente perderia mercado. Com o acordo firmado provavelmente a produção aumentará e se permanecer no Brasil toda a cadeia de fornecimento será beneficiada.

  5. Pra quem fala que venderam a nossa Embraer, é mentira! Por acaso você manda alguma coisa nela? Já ganhou algum centavo pelas vendas dela? O capital dela já é de maioria estrangeira!

    obs: a não ser que você seja investidor dela, dai sim kkkkkk

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