Brasil tem novo navio capitânia na Força Interina das Nações Unidas no Líbano

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blankPara dar à participação brasileira na Força-Tarefa Marítima (FTM), a fragata Liberal tornou-se, em 15 de setembro, o atual navio capitânia. A embarcação substitui a fragata Independência, que concluiu de maneira exitosa o período de seis meses na missão. A FTM faz parte da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). A cerimônia de transferência do capitânia ocorreu a bordo da Independência, no porto de Beirute. A solenidade foi presidida pelo Force Commander da Unifil, general do Exército italiano, Stefano Del Col.

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Comandante da Força-Tarefa Marítima (FTM), almirante Eduardo Machado Vazquez

Ministério da Defesa foi representado pelo o chefe do Estado-Maior do Comando de Operações Navais, almirante Wladmilson Borges de Aguiar, e o subchefe de Operações de Paz, almirante Rogerio Ramos Lage. O evento também contou com as presenças do comandante da Marinha do Líbano, almirante Hosni Daher; do adido de Defesa, Naval, do Exército e Aeronáutico no Líbano, coronel Sylvio Pessoa da Silva, além de representações dos países componentes da missão, militares e civis. O Comandante da FTM, almirante Eduardo Machado Vazquez, deu as boas-vindas à fragata “Liberal” e estimulou a tripulação a manter “a dedicação e eficiência demonstradas pelos capitânias que a precederam nestes quase sete anos de contínua participação brasileira naquela Força-Tarefa”.

Missão

blankA UNIFIL, criada em 1978, é a única Missão de Paz da ONU que conta com um componente naval, a FTM, estabelecida a partir de 2006, com as tarefas de impedir a entrada no território do Líbano, por via marítima, de armamento não autorizado e de apoiar o adestramento da Marinha daquele país. Atualmente, a FTM-UNIFIL possui cerca de 760 militares em seis navios de nacionalidades diferentes, Alemanha, Bangladesh, Grécia, Indonésia e Turquia, todos sob a liderança do Brasil que exerce o comando da Força-Tarefa desde fevereiro de 2011 e, a partir de novembro do mesmo ano, passou a enviar regularmente navios para atuarem como seu capitânia.

*Com fotos e informações da Subchefia de Operações de Paz, Via MD

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