Cerimônia em Memória dos Mortos da Marinha em Guerra é realizada no Rio de Janeiro

Antigo Ministro da Marinha Almirante de Esquadra Alfredo Karam e o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, durante a Aposição de Coroa de Flores

No dia 17 de julho, a Marinha do Brasil (MB) realizou, no Rio de Janeiro, cerimônia cívico-militar em Memória dos Mortos da Marinha em Guerra. O evento foi presidido pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, e contou com a presença dos antigos Ministros da Marinha, membros do Almirantado, Oficiais Generais do Exército e da Aeronáutica e ex-Combatentes.

Durante a cerimônia, foi realizada a aposição de duas coroas de flores em Memória dos Mortos da Marinha em Guerra. Simultaneamente, a bordo do Navio Patrulha “Anequim”, que se encontrava nas proximidades do monumento, foram lançadas pétalas ao mar em memória daqueles que pereceram no estrito cumprimento do dever.

O destacamento de honras fúnebres do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro também prestou sua homenagem por meio do disparo de três descargas de fuzilaria, que foram seguidas da execução da Marcha Fúnebre e do Toque de Silêncio.

O fim do maior conflito bélico do Século XX foi simbolizado, no evento, pelos Toques de Alvorada e da Vitória. O Coral do Comando do 1º Distrito Naval cantou a Canção da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG), de autoria do Capitão de Corveta Benjamin Goulart, Comandante do Navio Tênder “Belmonte”, meio que integrou a DNOG na campanha do Atlântico.

A data, que é oficialmente celebrada no dia 21 de julho e faz alusão ao afundamento da Corveta “Camaquã” em meio à Batalha do Atlântico na Segunda Guerra Mundial e que vitimou 33 homens, foi rememorada por meio do discurso proferido pelo Capitão de Longo Curso, Álvaro José de Almeida Junior, que é presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante.

O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques, também relembrou a trajetória brasileira na Campanha da Segunda Guerra Mundial e o papel dos marinheiros brasileiros que defenderam bravamente os interesses do País no confronto.

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  • Com informações do CCSM


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