Como funciona o reabastecimento em voo no Gripen

Em um país com dimensões continentais como o Brasil, com mais de 8 milhões km² de territórios, o reabastecimento em voo (REVO) é praticamente obrigatório

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O Reabastecimento em Voo (REVO) é uma atividade que requer paciência, eficiência e precisão das partes envolvidas. Em primeiro lugar, é necessário um local de eficiência tática para que aeronave de reabastecimento conduza a de caça.

Depois, a aeronave envolvida deve manter a proximidade, já que tudo é coordenado através de comandos que respeitam as regras e os procedimentos estabelecidos internacionalmente.

Durante a missão, o responsável por todas as ações e a coordenação com o controle de tráfego aéreo é um dos pilotos da aeronave de reabastecimento. Durante o REVO, a aeronave abastecedora solta uma sonda, com uma cesta na sua ponta para conectar-se ao probe, que é a haste que recebe o combustível. Desta maneira o piloto se aproxima e conecta o probe na cesta, onde roletes móveis prendem por pressão ambos os mecanismos.

“A partir do momento que é realizado o reabastecimento da aeronave em voo, você tem a aeronave disponível por mais tempo, minimizando assim o tempo de exposição dessa aeronave no solo e atingindo a distância que você almejava”, explica o chefe da Seção de Avaliação e Doutrina da Ala 2, major Aviador Ramon Fórneas.

No Brasil o binômio, Gripen e KC-390 Millennium, será de crucial importância para a Força Aérea Brasileira (FAB). Através das missões de REVO, o Gripen terá a capacidade de alcançar qualquer ponto do território nacional, bem como terá um incremento na sua capacidade de permanência em combate, sem a necessidade de incluir outras aeronaves para cobrir o espaço aéreo.



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