Convertendo o KC-390 em Gunship: Estudo de Viabilidade e Hipóteses de Emprego

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Imagem: Divulgação Embraer

O presente trabalho tem por objetivo discutir as possibilidades de desenvolvimento de uma versão gunship (canhoneira aérea) da aeronave KC-390 da Embraer, discorrendo sobre suas potencialidades e hipóteses de emprego no Brasil (mediante as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa) e no exterior, bem como analisando o mercado externo para vendas da aeronave.

Foram utilizados como fontes documentos produzidos pelo governo, artigos de autoria de especialistas militares e civis, além de matérias jornalísticas nacionais e estrangeiras.

Como metodologia, optou-se por recriar um perfil histórico e operacional dos gunships, detalhando os principais modelos em operação na atualidade, para posteriormente discorrer sobre o KC-390 e sua eventual versão gunship “AC-390”.

A seguir, foi feita criteriosa análise das hipóteses de emprego da aeronave dentro das diretrizes de defesa brasileiras e um estudo do mercado para vendas externas.

Concluiu-se que o emprego de tal aeronave é pertinente com as preocupações e planejamento nacional de defesa, e que o desenvolvimento da versão gunship do KC-390, especialmente quando oferecida como opção dentro de uma plataforma multimissão, pode ter sucesso em vendas no exterior.

Autores do presente artigo:

  1. Júlio César Guedes Antunes (Mestrando em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) – Campus Montes Claros);
  2. Camila Rocha Lopes (Acadêmica do 1º período do bacharelado em Ciência da Computação do IFNMG – Campus Montes Claros);
  3. Gabriel Lopo Silva Ramos (Acadêmico do 1º período do bacharelado em Ciência da Computação do IFNMG – Campus Montes Claros);
  4. Igor Alberte Rodrigues Eleutério (Acadêmico do 1º período do bacharelado em Ciência da Computação do IFNMG – Campus Montes Claros);
  5. José Francisco Clementino de Jesus (Acadêmico do 5º período do bacharelado em Ciência da Computação do IFNMG – Campus Montes Claros); e
  6. Pedro Abreu Maia (Acadêmico do 5º período do bacharelado em Ciência da Computação do IFNMG – Campus Montes Claros).

 

1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia.
    Infelizmente não consegui ler devido ao formato em que é apresentado. Porque não disponibilizam o PDF para que pessoas com algum problema visual também possam ler.

    Obrigado

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