Durante cerimônia em Brasília, presidente da República diz que general Villas Boas garantiu ‘liberdade e democracia’

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O presidente Jair Bolsonaro bate continência para o general Eduardo Villas Boas, de cadeira de rodas, na cerimônia de troca do comando do Exército, no início de seu governo Foto: Jorge William / Agência O Globo/11-01-2018

Durante evento nesta sexta-feira (30) alusivo ao 41° aniversário do Colégio Militar de Brasília (CMB) o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que o general de exército da reserva, Eduardo Villas Boas, ex-comandante da Força terrestre, agiu em silêncio durante momento “crítico” do Brasil, quando teria garantido a “liberdade e democracia” do Brasil. “A história sabe disso”.

Em 2018, quando o Superior Tribunal Federal (STF) discutia a possibilidade de um habeas corpus que poderia evitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o militar usou as redes sociais para criticar a discussão na Corte: “Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”.

Na sequencia, o então comandante do Exército Brasileiro (EB) escreveu: “Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais.”

Aniversário do Colégio Militar

O presidente da república discursou por pouco mais de 2 minutos aos presentes no CMB. Ele afirmou que o colégio mantém “disciplina” e cultiva valores e tradições. “O que tira homem ou mulher da cegueira ou situação difícil é conhecimento. Aqui vocês têm o conhecimento Até porque aqui existe hierarquia e disciplina”, disse Bolsonaro

  • Com agências nacionais

4 COMENTÁRIOS

  1. Essa declaração do Bozo só tem paralelo em maluquice e falta de noção da realidade no título do editorial de O Globo, escrito por Roberto Marinho, no dia seguinte ao Golpe militar de 64:

    “Restabelece-se a democracia!”.

    A mais bizarra manchete do jornalismo mundial.

  2. Tenho 69 anos e o período do Regime Militar foi o melhor do Brasil. Bizarra é a afirmação de golpe.

    Golpistas e bizarros foram os que pretenderam subverter a ordem para ocupar o poder – sanguecidos pelas trevas.

    Pessoas de bem continuaram trabalhando de dia e estudando à noite. As famílias de bem continuaram sua rotina de trabalho e responsabilidade. Íamos livremente ao cinema, dançar… Tínhamos Trabalho e Segurança com letra maiúscula.
    No Regime Militar foi instituído o FGTS, o CAGED, o BNH – precursor do Minha Casa Minha Vida, além de muitos outros benefícios trabalhistas. Foram abertas estradas, rodovias e portos. Enfim, só houve progresso.
    Só não houve progresso no Regime Militar em banir totalmente os focos de subversão que permaneceram no solo brasileiro.

    As trevas têm força. Mas, o Bem sempre vence… Demorou mais de trinta anos, mas o Bem vencerá e o Brasil Coração do Mundo será realmente a Pátria do Evangelho, sob a Luz do Cristo Consolador

  3. O papel do General Vilas Boas na estruturação do Brasil diante de um desgoverno político e das instituições garantiu com sua influência e maturidade equilíbrio e paz no momento da época a nação brasileira, muito obrigado Mestre.

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