Efeito Zoom: App movimenta R$ 4 bilhões ao provocar o aumento de 73% de consumo de Botox no mês de setembro

Procedimentos para melhorar região dos olhos e da testa, áreas que ficam evidentes com uso das máscaras estão em alta na região. Em setembro, foi o procedimento estético mais consumido para disfarçar a expressão cansada adquiridas durante o home office

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Mesmo após longa quarentena, setor de estética encontra-se em crescimento e já mostra que vem com tudo, em grande crescimento na região.

Já para o levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o Brasil se tornou o terceiro país com o maior mercado de estética no mundo, ficando atrás, apenas, dos Estados Unidos, que têm 16,5% e da China com 10,3%. Esse crescimento ficou evidente na clínica de estética AD Clinic, que engordou a receita com aumento de 178% em vendas de novos procedimentos somente durante a pandemia.

Como a empresa não estava cabendo mais dentro no mesmo lugar, ela colocou em prática o plano de expansão e cresceu em 123% o número de novas franquias. “Temos um projeto audacioso de abertura de novas unidades. Um investimento de R$ 24 milhões até dezembro”, diz Rodrigo Nunes, CEO da empresa e que se tornou conhecido por ser um dos primeiros empresários a fazer doações para hospitais no início da pandemia.

Mas nem sempre foi cifra ou muitos dígitos para o executivo. Ele iniciou a franquia com R$ 5 mil e distribuição de panfletos na rua para prospectar clientes. A panfletagem está se transformando em 60 franquias que a posicionará entre as cinco maiores redes de estética do País até dezembro de 2020

Para Nunes, a região apresentou um boom de procura por estética. Dentro da rede, surgiu primeiro problemas com a maskne (acne causada pelo uso constante da máscara). Depois, em razão das reuniões por chamada de vídeo, os pacientes começaram a procurar uma melhora no aspecto tired all the time (rosto com aparência de cansaço o tempo todo), olheiras, flacidez, marcas de expressão e rugas horizontais na testa, entre as sobrancelhas e nos cantos dos olhos.

Para essa demanda existe uma explicação. ´Com rostos em destaques no aplicativo Zoom e nas selfies, a demanda durante a pandemia aumentou. Afinal é preciso ficar bem na foto e também na reunião, que é justamente quando a máscara cai”. Comenta o empresário ao informar que a face é dividida em terços e o uso de proteções faciais, como as máscaras contra o corona vírus, evidencia a área chamada de terço superior, ou seja, testa, sobrancelhas e olhos. O ceo da Ad Clinic informou também que para quem não é muito fã das agulhadas e tem problema com flacidez, pode optar pelo uso de equipamentos para tratar a região da testa, no arco da sobrancelha, nas pálpebras e bolsas.

Fonte: Claudia Cristina – Cla Cri
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