Entrevista com ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general de exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, apresentou aos jornalistas o funcionamento da segurança presidencial (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general de exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira, curitibano de 72 anos, 45 dos quais dedicados à carreira militar, é um homem de fala tranquila e riso fácil. Talvez em razão do bom preparo físico, superou sem dificuldades a covid-19, que contraiu na viagem oficial da comitiva brasileira aos Estados Unidos, no início de março.

“Não senti nada. Minha temperatura nunca chegou aos 36 graus. Eu brincava: ‘Acho que estou congelando!’”. Ex-comandante militar da Amazônia, Heleno foi adido militar na França e chefiou a primeira Força Militar da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti.

O general participou do grupo de planejamento estratégico do governo ainda em 2018, durante a campanha eleitoral, e desde a posse de Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019, comanda o GSI.

O general Augusto Heleno recebeu a reportagem da Revista Oeste em seu gabinete, no quarto andar do Palácio do Planalto, para uma conversa. Ele faz questão de afastar qualquer hipótese de golpe militar (“Pode tirar da cabeça! Isso não vai acontecer!”) e assegura que não existe nenhum projeto econômico desenvolvimentista, apoiado por militares, em paralelo ao plano liberal do ministro Paulo Guedes.

Ex-chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, Heleno diz não ter restrições a jornalistas: “Eu adoro comunicação!”. A seguir, os trechos mais relevantes da entrevista. “A esquerda está vislumbrando a impossibilidade de voltar ao poder, e isso, para ela, é uma coisa terrível”.

 

 

 

 

 

 





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