Escola Nacional de Defesa Cibernética será base de formação para militares na área de segurança de dados

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Com a missão de proteger as ‘fronteiras’ cibernéticas do Brasil, o Exército Brasileiro (EB) começou a instalar uma Escola Nacional de Defesa Cibernética (ENaDCiber), em um projeto de longo prazo de uma instituição de referência e com diplomas de graduação e pós-graduação.

Esta é a fórmula para alcançar a necessária, mas escassa, qualificação profissional em competências digitais. “A carência de pessoal especializado na área existe, e não apenas aqui. Em função dessa necessidade de recursos humanos, a escola vai ter um papel importante na qualificação desse pessoal e prepará-los para trabalhar no setor cibernético. E para isso vai oferecer uma gama variada de cursos”, explica o coronel Paulo Sérgio Reis Filho, comandante da ENaDCiber.

Os currículos são especialmente talhados para as demandas do Comando de Defesa Cibernética(Com D Ciber) e de contra partes civis. “Além do mapeamento dos domínios temáticos, levantamos os perfis profissionais que precisamos e as competências que precisam ser desenvolvidas no conhecimento cibernético”, assinala o coronel.

O comandante da EnadCiber ressalta que a Escola é vocacionada para atender profissionais que atuam nos níveis operacional, estratégico e político, sempre de caráter dual. Ou seja, a predominância militar atual é temporária. Até aqui, informa ainda o coronel Paulo Sérgio, foram ministrados cerca de 1,2 mil cursos para a formação de mão de obra para cibersegurança.

  • Com informações do site IpNews

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