Estados Unidos estão reorganizando as forças armadas para enfrentar novas ameaças

As forças armadas dos Estados Unidos devem rever sua organização para melhorar a resposta às ameaças de magnitude mundial, entre elas as ameaças terroristas. Assim, foi proposto a revisão da lei Goldwater-Nichols, de 1986. Essa lei estrutura a organização das forças armadas, assim como suas relações com o poder político.

A “nova” organização passaria pelo reforço da influência do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas frente aos poderosos comandos regionais, como os do Oriente Médio, da Ásia-Pacífico e da Europa.

O combate contra o EI mostrou que os comandos do Oriente Médio, da Europa, da África e das Operações Especiais deveriam coordenar seus esforços mais do que nunca. Competências como logística, Inteligência e planejamento seriam compartilhadas entre os comandos regionais e o Estado-Maior, para eliminar sobreposições.

Além disso, o chefe do Estado-Maior Conjunto terá o poder de fazer recomendações na hora de discutir os recursos a serem destinados aos diferentes comandos. Permanecerá, porém, sem qualquer poder operacional direto.

Com cerca de 4.000 militares sob sua responsabilidade, o chefe do Estado-Maior Conjunto continuará sendo, de qualquer maneira, o principal assessor militar do presidente dos EUA, que se mantém fora da cadeia de comando.

  • Com informações da AFP

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2 COMENTÁRIOS

  1. EUA é o protetor da democracia, símbolo da liberdade, tem o dever moral de não deixar sistemas terroristas e autodestrutivos (como a ditadura comunista) tomarem conta do mundo, e por que? É a única nação que tem poder para isso.

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