EUA reforça presença da U.S. Navy e U.S.C.G. no Mar do Caribe como dissuasão ao narcoterrorismo

O navio de combate USS Detroit (LCS 7) parte da Estação Naval Mayport, parte para uma operação conjunta com a Guarda Costeira dos EUA e nações parceiras na área de operações da 4ª Frota dos EUA. (Foto da Marinha dos EUA por Nathan T. Beard, especialista em comunicação de massa de 3ª classe).

Hoje, o Presidente Donald Trump anunciou pelas redes sociais e outros canais oficiais de comunicação que esforços de vigilância contra o tràfico de drogas e outros crimes marìtimos serão dobrados na área de responsabilidade do SOUTHCOM. A declaração foi efetuada em transmissão ao vivo, com a participação do Secretário de Defesa Mark Esper e Estado Maior das Forças Armadas dos EUA.

O SOUTHCOM trabalhará com os países parceiros para aprimorar as operações por meios aéreos, terrestres e navais, que de acordo com as anàlises de diversos especialistas pode ser não somente o reforço do bloqueio naval contra a Venezuela, como uma preparação para ações futuras caso ocorram beligerâncias por parte das forças armadas bolivarianas contra aliados dos EUA na região.

“Estamos deslocando diversos navios de combate da U.S. Navy, da U.S. Coast Guard e seus respectivos aeronaves diversas … dobrando nossas capacidades na região”, declarou o Presidente Trump.

“Em cooperação com as 22 nações parceiras do Comando Sul dos EUA, aumentará a vigilância, interrupção e apreensão de remessas de drogas. Não devemos permitir que os narcoterroristas explorem a pandemia para ameaçar vidas americanas “; disse o Presidente Trump.

“No momento em que a nação e o Departamento de Defesa estão focados em proteger o povo americano da propagação do coronavírus, também permanecemos vigilantes às muitas outras ameaças que nosso país enfrenta”; Declarou o Secretário de Defesa Mark Esper.

Imagem via U.S. SOUTHCOM.

Guerra aos cartéis de drogas

Além dos cartéis de drogas no México, Colômbia e Triângulo Norte, a nova operação antidrogas também tem na mira o disputado Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro: “O regime ilegítimo de Maduro, na Venezuela, depende da benefícios que advêm da droga para manter seu poder opressivo “, afirmou o secretário Esper.

O consultor de segurança nacional da Casa Branca, Robert C. O’Brien, apontou o disputado presidente da Venezuela como uma “ameaça” à segurança nacional dos EUA e disse que a nova operação antidrogas “reduzirá o apoio com o qual o regime de Maduro financia suas atividades maliciosas ».

“Os cartéis (mexicanos) devem ser derrotados em favor dos americanos e do povo do México e da Venezuela”, disse o procurador-geral William Barr, referindo-se à nova operação antidrogas que os EUA lançarão na América Latina em cooperação com 22 outras nações.

  • Com informações do U.S Department od Defense, The White House e U.S. SOUTHCOM via redação Orbis Defense Europe.




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