Exército Brasileiro recebe último lote de viaturas blindadas e munições

Crédito: Cb Sturza

A Base de Apoio Logístico do Exército (Ba Ap Log Ex), por meio da Divisão de Importação e Exportação de Material (DIEM) realizou no dia 4 de outubro, o desembaraço alfandegário do ultimo lote de viaturas blindadas e munições que foram desembarcadas no Porto do Rio Grande (RS).

A DIEM recebeu: 31 Viaturas Blindadas de Combate Obuseiro Autopropulsado (VBCOAP) M109 A5 BR+, quatro Viaturas Blindadas Especiais de Socorro (VBE Soc) M88 A1, e 25 toneladas de munição 155mm.

As viaturas blindadas recebidas nessa oportunidade compuseram o último lote de uma aquisição feita pelo Exército Brasileiro (EB) junto ao governo dos EUA, através dos programas: Artigos de Defesa Excedente (Excess Defense Articles – EDA) e Vendas Militares Estrangeiras (Foreign Military Sales – FMS), implementados por este país.

Regimento Mallet

O 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (3º GAC AP), Regimento Mallet, receberá 16 das 31 VBCOAP M109 A5 BR+, que já estão em condições de operação. As guarnições, os mecânicos e os comandantes dos diversos níveis passarão por treinamento específico, que ocorrerá ainda neste mês para estarem aptos a operar as novas viaturas.

Dentro dos Programas Estratégicos da Força, as VBCOAP M108, adquiridas na década de 70 prestaram bons serviços às Brigadas Blindadas do EB, por todos esses anos. Mas com a evolução do combate, faz-se necessária a modernização da artilharia, para que se tenha mais rapidez, precisão e alcance.

A VBCOAP M109 A5 + BR

A VBCOAP M109 A5 + BR chegam para proporcionar essas capacidades de apoio de fogo ao EB, aumentando sobremaneira a rapidez na entrada e saída da posição de tiro, diminuindo o tempo para o primeiro disparo, melhorando a precisão e, principalmente, aumentando o alcance, que pode chegar a até 30 km com munição especial.

Esta aquisição é fruto do Subprograma Estratégico Sistema de Artilharia de Campanha, que tem como objetivo elevar a capacidade de apoio de fogo do EB, possibilitando uma melhora considerável no poder de fogo das unidades de Artilharia da Força Terrestre.

Logística de recebimento

Nesse contexto, destacou-se como fundamental o processo de desembaraço alfandegário de importação realizado pela Divisão de Importação e Exportação de Material da Base de Apoio Logístico do Exército (DIEM/Ba Ap Log Ex).

Todo o processo foi revestido de alto grau de complexidade, principalmente, por envolver órgãos da administração pública federal e estadual do Rio Grande do Sul, bem como por ter demandado tratativas com intervenientes diversos (públicos e privados), no âmbito do processo aduaneiro e das operações portuárias.

Dessa forma, mais uma vez, a DIEM/Ba Ap Log Ex atua, com excelência, em prol do Exército e do Brasil, atendendo, tempestivamente, à crescente demanda nos processos de desembaraço alfandegário dos produtos de defesa.

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  • Com informações da agência verde-oliva


10 COMENTÁRIOS

  1. Eu sei que por muitos anos o exército ficou sucateado, mas com tanta gente passando fome, o presidente investe em tanques de guerra, que não servem mais para os EUA. Eu sou professora e já vi aluna desmaiando de fome! Acorda Presidente a FOME e o DESEMPREGO é grande e os soldados quando são dispensados dos quartéis eles ficam sem rumo, sem emprego, passam FOME!

    • Renata, existe um programa feito pelo governos dos EUA onde os equipamentos saem quase de graça…e pagamos a modernização, a qual nao eh tao cara…falta de alimentos nas escolas está ligada a corrupção de políticos e agentes públicos…temos que ajudar a fazer com que os recursos públicos cheguem a estas crianças pois muito dinheiro é investido em educação….e precisamos de forças armadas para defender a soberania do nosso país…elas são necessarias…

  2. E muita gente burra e sem informacao todo esse material que e doado ou vendido muitos deles tem muito pouco tempo de uso pois sao equipamentos as vezes novos que nunca foram para as frentes de batalha e pra quen nao sabe muitos paises de orimeiro mundo como chapao inhlaterra franca italia australia e muitos outros amigos dis usa recebem esses materias sendo qu quando precisam de atualizacoes so pdem ser feito pir empressas usa

  3. Boa tarde !!!
    Entendo a necessidade do nosso exército em melhor se aparelhar . E sei deste equipamentos dos EUA que são sobras deles . Porém acredito que o Brasil poderia usar este recurso da compra e da atualização para investir no desenvolvimento destes blindados no Brasil , ajudar a indústria bélica brasileira a criar estes equipamentos e não deixar acontecer oque aconteceu com a Engesa que produzia blindados de primeira linha superior aos dos EUA . Porém sabemos oque aconteceu com está grande empresa brasileira

  4. Boa tarde
    Sei do programa do EUA de vende de material bélico excedente sei que o valor não é caro . O Brasil comprou estes equipamentos e atualizou . Porém seria melhor o Brasil usar este dinheiro pra investir na indústria bélica brasileira a criar estes equipamentos desenvolver a nossa própria tecnologia militar. E não deixar acontecer oque aconteceu com a Engesa que produzia blindados de primeira linha superior aos dos EUA. E sabemos qual foi o motivo que ela fechou .

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