Força Aérea dos EUA seleciona A-29 Super Tucano como Avião de Ataque Leve

Photo by Ethan D Wagner

O Comando de Materiais da Força Aérea dos EUA (AFMC) publicou ontem (8) nota em seu site de que a Força Aérea pretendem solicitar proposta a empresa Sierra Nevada Corp. para aquisição dos A-29 Super Tucano como sua nova aeronave de ataque leve (Light Attack Aircraft or LAA).

“A Sierra Nevada Corporation (SNC) é a única empresa que parece possuir a capacidade necessária em atender ao requisito dentro do prazo da Força Aérea, sem causar um atraso inaceitável no atendimento das necessidades de combate”, afirmou o comunicado do Comando de Material da Força Aérea dos EUA.

Também fora descrito na nota que uma solicitação formal será feita este mês e um contrato será adjudicado no quarto dia do FY19. Entretanto, uma solicitação similar para o AT-6 Wolverin da Textron será enviado, confirmou uma porta-voz da Força Aérea.

“Esperamos uma ação de aquisição separada para o AT-6”, disse a porta-voz da Força Aérea Ann Stefanek. Ele acrescentou que se pretende comprar de duas a três de cada aeronave para mais experimentos na Base da Força Aérea de Nellis, e para operações especiais em Hurlburt Field, na Flórida.

A LAA fornecerá uma aeronave acessível, não relacionada ao desenvolvimento, destinada a operar globalmente nos tipos de ambientes de Guerra Irregular que caracterizaram as operações de combate nos últimos 25 anos.

Além disso, apoiará o Comando de Operações Especiais da Força Aérea (AFSOC) com a capacidade de realizar sua missão de apoio à Close Combat Air para as nações parceiras.

De acordo com a pré-solicitação, a Força Aérea dos EUA pretende adquirir 359 aeronaves para 8 esquadrões operacionais e 3 Unidades de Treinamento de Voo (FTUs).

Uma capacidade de ataque leve pode sustentar a competência na guerra irregular, maximizar a capacidade de investimento financeiro e aproveitar as tecnologias existentes e inovadoras.

Uma opção de aeronave de ataque leve não apenas oferece valor e flexibilidade adicionais, mas também acelera a modernização das forças parceiras atuais e potenciais que não precisam de aeronaves de combate avançadas.

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