Forças Armadas Brasileiras são destaque internacional na crise da Venezuela

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Uma pequena amostra de prints de tela de alguns dos muitos veículos de mídia que destacam as ações das Forças Armadas Brasileiras na crise da Venezuela.

Por: Yam Wanders.

As nossas Forças Armadas ganharam o grande destaque internacional desde o começo da crise de refugiados venezuelanos no norte do Brasil e agora mais do que nunca estão ainda no centro das atenções internacionais.

Essa observação das grandes mídias internacionais ocorre desde o ano passado, em meados de agosto de 2018, quando ocorreu o ápice de afluxo de refugiados em nosso território, que ainda era pouco visado como intento para a imigração devido à crise social e econômica gerada pelos governos anteriores do atual Presidente Jair Bolsonaro.

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https://www.irishtimes.com/news/world/venezuelan-forces-kill-at-least-two-protesters-on-brazilian-border-1.3803195

Agora além de prover a dissuasão necessária para possíveis “aventuras irresponsáveis” do governo de Nicolas Maduro, as Forças Armadas Brasileiras tem o devido destaque internacional devido ao grande apoio humanitário para os refugiados que conseguiram adentrar o território brasileiro com a “Operação Acolhida”, bem como na ajuda às forças auxiliares do Estado de Roraima no quesito de segurança publica, e agora, pelo envio de mantimentos de outros itens de ajuda humanitária por meios aéreos e terrestres. Ficou muito bem evidente que mesmo com a grave crise administrativa e econômica deixada pelos governos anteriores e somada a tragédia de Brumadinho em Minas Gerais, que ainda assim as Forças Armadas conseguiram se desdobrar pra atuar em mais um “front” que tem seu cenário se agravando a cada dia.

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https://uk.reuters.com/article/uk-venezuela-politics-brazil/brazil-has-200-tonnes-of-aid-for-venezuela-trucks-cannot-cross-border-idUKKCN1QB2MF

 

 

 

 

 

 

Listar todos os veículos de comunicação que estão dando o destaque positivo para nossas Forças Armadas tornaria essa matéria bem extensa, e tantos prints ocupariam muito espaço, e, o importante é que quem cita as Forças Armadas Brasileiras no desenrolar dessa crise o faz mostrando a realidade positiva dos acontecimentos!
Mas como toda situação nem sempre é analisada de um modo imparcial por muitos jornalistas, com ausência de lisura politica e humanista; obviamente muitos jornais da Europa que ainda são influenciados por viés de ideologias de carácter duvidoso, nada publicam sobre os fatos realizados pelas Forças Armadas Brasileiras, ou o fazem com comentários tendenciosos, de pouca valia para a realidade conhecida de todos que estão na região se empenhando para o bem comum dos brasileiros e venezuelanos refugiados. Quanto aos grandes veículos de mídia da Europa que se incluem nessa infeliz realidade, em especial da França e Alemanha, prefiro nem mesmo citar quais são pois a mediocridade não merece menções…

Operação Acolhida

Há um ano, o Brasil está engajado na Operação Acolhida – ação humanitária para atender aos irmãos venezuelanos que chegam no País e a fronteira do Brasil continua aberta para acolher os refugiados.
A Operação Acolhida, que recebe e promove a interiorização de imigrantes e refugiados venezuelanos, será prorrogada até março de 2020, sem possibilidade de fechamento da fronteira com a Venezuela. A decisão foi anunciada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e o governador de Roraima, Antonio Denarium.

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https://www.armyupress.army.mil/Journals/Military-Review/Online-Exclusive/2018-OLE/Oct/Brazilian-Military/

Lançada pelo governo federal no início de março de 2018, no esforço de combater a crise humanitária provocada pela onda migratória venezuelana, a Operação Acolhida é coordenada pela Força-Tarefa Logística Humanitária, uma iniciativa que reúne vários ministérios e órgãos federais, estadual e municipais.

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https://www.crisis-response.com/news/news.php?article=1581

As ações de apoio aos venezuelanos que chegam ao Brasil, fugindo da crise econômica e da instabilidade política no país vizinho, incluem o fornecimento de refeições, abrigo e cuidados médicos, a regularização da situação dos imigrantes que manifestem o desejo de permanecer no Brasil e a redistribuição das famílias para outras regiões.
Na região do Linhão do Tucuruí entram cerca de 500 a 600 venezuelanos por dia em busca de abrigo e oportunidades no Brasil. Menos de 5% deles ficam em Roraima.
De acordo com os dados oficiais, a maioria dos imigrantes que ingressa no território brasileiro busca seguir para outros estados e países. A Colômbia ainda é o local mais procurado por eles nas Américas.

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https://www.wsj.com/articles/brazil-says-venezuela-turmoil-holds-up-humanitarian-aid-11550180749

Desde 2017, 180 mil venezuelanos migraram passando por Pacaraima. Segundo os levantamentos mais recentes, desse total 5,8 mil estão em Roraima e 4,2 mil foram levados para mais 15 estados, por meio da interiorização.
A Operação Acolhida envolve aproximadamente 600 militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha. As ações são responsáveis também pelos postos de atendimento e abrigos destinados aos venezuelanos.

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Até mesmo o controvertido Sputnik deu cobertura a algumas das atividades das Forças Armadas brasileiras na crise da Venezuela. https://sputniknews.com/latam/201902221072664120-brazil-aid-border-venezuela/

O “frisson” dos misseis S-300 proximos à fronteira

Analistas internacionais e os governos da Colômbia e USA já a pelo menos um ano ou mais cogitam ações militares contra a Venezuela devido aos diversos fatores que envolvem a dinâmica da equação potencial agressivo X “valor geopolítico”+ crise humanitária na região.

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https://brazilian.report/power/2019/02/23/humanitarian-aid-venezuela-crisis/

O Governo Brasileiro é categórico na afirmação oficial que não existe possibilidade de conflito, mas que não descarta ações de defesa em caso de ataque ao nosso território ou outras situações beligerantes contra tropas ou civis, e, dentro dessas possibilidades hipotéticas já existem obviamente todo um planejamento para todas as ações possíveis em todos os prováveis cenários.

A noticia do posicionamento de misseis do sistema anti-aéreo S-300 nas regiões próximas as nossas fronteiras tem causado uma grande apreensão entre o publico leigo em assuntos bélicos e ações militares, mas entre os analistas internacionais o fato é que no final das contas os misseis e sua operação ainda são uma incógnita sobre a capacidade operacional por parte dos venezuelanos, pois estes nunca foram usados em ações reais, e, existem ainda muitas duvidas sobre se os russos realmente venderam um bom pacote para as forças armadas da Venezuela, que incluiria a “assistência pos-venda”, com o treinamento e manutenção adequados para a sua boa operação.

E nesse caso a única certeza que todos os analistas internacionais possuem é a capacidade variada de meios de neutralização desses misseis, que incluem desde uma barragem de artilharia convencional ou  com o sistema Astros 2020 e até mesmo uma operação combinada de  meios aéreos e ações de Commandos, ação essa que foi bem utilizada pelos americanos e britânicos na 1a Guerra do Golfo em 1991 para neutralizar muitas baterias de misseis Scud e outros sistemas anti-aéreos diversos usados pelos iraquianos na época.
E em todo esse cenário de um hipotético conflito, as Forças Especiais brasileiras são as mais bem cotadas internacionalmente para essas ações!

 

Com informações do ministério da Defesa e grandes mídias internacionais.

3 COMENTÁRIOS

  1. Todos querendo inverter o ônus da agressividade. Somos nós que os ameaçamos desde 1 de janeiro, não eles a nós, com quem convivemos pacificamente por 20 anos cobrindo os governos FHC, Lula, Dilma e Temer, até que um psicopata aventureiro e sem preparo de extrema-direita e seus sequazes civis (os militares estão sendo muito mais sensatos nisso) resolveram criar um inimigo na fronteira. Me desmintam se foram capazes.

    “Agora além de prover a dissuasão necessária para possíveis “aventuras irresponsáveis” do governo de Nicolas Maduro”. tome vergonha na cara. Defesa TV!

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