Forças Armadas não atuarão na segurança pública durante Copa América

A Copa América, que começa em menos de um mês, não terá o reforço das Forças Armadas na segurança do evento. A decisão foi tomada pelo governo federal, que também afastou o emprego de tropas da Força Nacional de Segurança (FNS) durante o evento.

A mais antiga competição de seleções do mundo começa no próximo dia 14 de junho com jogos em cinco estados brasileiros e contará com 12 seleções, incluindo as do Qatar e do Japão.

Sem a presença dos militares, o escopo da atuação das forças federais foi publicado no último dia 8 de maio no Diário Oficial da União. Com as Forças Armadas fora das ruas, o governo do Rio já se prepara para assumir sozinho os custos financeiros e o emprego de policiais militares e civis da segurança ostensiva das ruas, nas proximidades dos estádios e em pontos turísticos.

No Rio, os jogos acontecerão todos no Maracanã. Serão cinco partidas, três delas na primeira fase, um nas quartas de final e a grande final da Copa América marcada para o dia 7 de julho. A partida que mais preocupa até o momento acontecerá no dia 24 de junho, reunindo as seleções do Chile e Uruguai.

O jogo está marcado para acontecer às 20h, com previsão de causar impacto no trânsito e atrair à cidade os torcedores uruguaios e chinelos, alguns considerados violentos por fontes da área de segurança.

Uma das maiores falhas na segurança em um grande evento no Rio aconteceu no dia 18 de junho de 2014, justamente em uma partida da seleção do Chile, que enfrentou a Espanha pela Copa do Mundo de futebol disputada no Brasil.

Naquele dia, cerca de cem torcedores chilenos invadiram o Maracanã. O grupo, sem ingresso, forçou o portão e as grades, tomando o centro de imprensa.

  • Com informações de agências de notícias nacionais


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