Gen Mourão defende que linha sucessória no Comando do Exército seja a de antiguidade

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro se eleito, terá – além dos ministérios – a tarefa de definir a sucessão dos comandantes das três Forças Armadas. Nos bastidores da campanha de Bolsonaro, o assunto já é tratado entre diferentes interlocutores, que concluem, após avaliações, que a palavra final será do futuro presidente, se assim confirmarem as intenções de votos.

Uma das principais discussões é sobre a troca no comando do Exército. Hoje, a força é comandada pelo general de Exército Villas Boas. Os cotados para a vaga, são generais da turma de Jair Bolsonaro, quando à época o presidenciável fora cadete da Academia Militar das Agulhas Negras. O seu vice na chapa, general Mourão, defende que o critério adotado para sucessão seja o de “antiguidade”. “Sou favorável a critério da antiguidade. Pujol é o mais antigo”, disse, em referência ao general de Exército Edson Pujol.

Mourão afirmou, que o futuro ministro da Defesa, “que pode vir a ser o general da reserva Augusto Heleno”, vai encaminhar os nome a Jair Bolsonaro, mas ele argumenta que a escolha “não precisa ser com açodamento”. O candidato do PSL, já anunciou que Augusto Heleno será o ministro da Defesa em seu eventual governo. “Não precisa ser em 1º de janeiro. Até porque tem uma série de promoções. Pode ser depois”, defendeu Mourão. Ele também defende que o futuro chefe do Exército não fique oito anos no cargo porque “mata uma geração”.

*Com informações da colunista da Globo News Andreia Sadi

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