Governo Chinês têm se mostrado irritado com os EUA pelas operações de liberdade de navegação no Mar da China

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Destroiers USS Spruance (DDG-111) e USS Preble (DDG-88) Foto: US Navy

O comandante da frota do Pacífico, almirante Phil Davidson, declarou que a Marinha dos EUA irá realizar as operações de liberdade de navegação (FONOPS) no Mar da China Meridional, para combater a Coréia do Norte e a China. Ele também pediu aos aliados dos EUA para participarem de tais operações, fazendo assim com que a China fique ciente que, a comunidade internacional não aceita suas reivindicações nesta área. Enquanto isso, a Marinha do Exército Popular de Libertação (PLAN) pede que os EUA parem com suas ações provocativas. No Mar do Sul da China, a atmosfera está ficando cada vez mais tensa com o passar dos dias.

blankA crescente presença da China na área, como o país alega como parte de seu território, faz com que os EUA e seus aliados aumentem sua própria presença na região, principalmente através do FONOPS. Por outro lado, os EUA estimam que as reivindicações da China no Mar do Sul, não são legítimas e condena a expansão chinesa na região. Portanto, a Marinha dos EUA realiza regularmente o FONOPS através do Mar do Sul da China desde o início deste ano. Em 11 de fevereiro, dois destroieres o USS Spruance (DDG-111) e o USS Preble (DDG-88), conduziram uma FONOP pelo Mar do Sul da China. O almirante Phil Davidson anunciou que continuaria tais operações em um futuro próximo, e pediu a seus aliados (Reino Unido, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, França e demais) para formar ou intensificar suas próprias FONOPS na região. 

Por outro lado, a China continua dizendo que as FONOPS dos EUA são uma ameaça à integridade e a soberania da China. Na verdade, a PLAN considera que suas reivindicações em algumas ilhas (ou seja, nas Ilhas Nansha) do Mar do Sul da China são legais. Portanto, todas as operações realizadas perto dessas ilhas devem ser consideradas uma ameaça à segurança interna da China. Essa interferência dos EUA é considerada provocativa pela China, que está considerando aumentar ainda mais suas forças na área.No último dia 12, um porta-voz chinês, coronel Li Huamin, enfatizou que a PLAN estava monitorando as situações relevantes do mar e no ar, prontos para tomar qualquer medida necessária contra qualquer ameaça na região, a fim de salvaguardar a segurança da China.  

  • Com informações do site Navy Recognition
  • Tradução e Adaptação: DefesaTV

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