Governo da França quer combater o terrorismo islâmico vigiando e censurando a internet

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Grande parte do “esforço virtual” será feito com o uso de algoritmos de vigilância que serão usados para o monitorameto das redes sociais e aplicativos de mensagens de telefones celulares

Desde o governo François Hollande, nunca foram feitas tantas leis antiterrorismo e também coincidentemente esse mesmo terrorismo bateu recordes em todas as suas modalidades com exceção dos sequestros de aviões. Até o momento são 21 novas leis, que infelizmente não impediram nenhum dos atentados e ataques do terrorismo islâmico híbrido e assimétrico que acontecem quase todos os dias na França, bem como a criminalidade organizada que financia esse terrorismo.

Agora, o governo da França através do seu ministro do interior Gérald Darmani avisa:” na Internet, se você assistir a vídeos e notícias de atentados terroristas e/ou execuções de inocentes por islâmicos, será detectado, rastreado e condenado por apologia ao terrorismo e acusado também de cumplicidade”.

A intenção do governo é empregar tecnologias de algoritmos para a vigilância de conteúdos na internet, mas principalmente para rastrear quem os acessa em território francês. Também serão rastreadas as conversas telefônicas e possivelmente até aplicativos de mensagens por celular.

Grande parte da polêmica também acontece do provável uso da nova “Lei de segurança global” recentemente aprovada na França, que estabelece diversos meios de rastreio de informações pessoais, escutas telefônicas e de mensagens pessoais pela internet, bem como a fichagem de pessoas, mesmo sem crime cometido e sem nenhuma determinação da Justiça.

Saiba mais sobre a nova “lei de segurança global” da França:

França terá fichagem de segurança de pessoas por convicção filosófica, política, religiosa, saúde e até atividades sindicais

Segurança global: um projeto de lei e um ataque à liberdade de cidadãos e de imprensa para jornalistas na Europa

Porém o que se tem visto é que apesar da França ter as leis mais severas e aparentemente eficazes da Europa para fornecer ferramentas destinadas ao combate do terrorismo, na prática não se conseguiu evitar quase nada do terrorismo híbrido/assimétrico, e, pior ainda, as tais ferrametas tem sido usadas para conveniências políticas do governo Macron, como por exemplo vigiar e punir os integrantes dos movimentos sociais e partidos políticos de oposição governamental.

O ministro do interior anunciou esta decisão do governo em entrevista concedida ao canal France Inter nesse dia 28 de abril, declarando o sseguinte:

“Hoje, se uma pessoa entra na Internet e assiste a vídeos de decapitação várias vezes na Internet, não sabemos. Com a nova lei, conheceremos essas conexões e vamos rastrear os endereços para localizar e punir essas pessoas. ”

Inicialmente a intenção do governo é impedir que muçulmanos na França assistam a vídeos jihadistas. Mas ele aproveita a oportunidade para impedir que o grande público assista a esses vídeos e tome conhecimento dos crimes do terrorismo islâmico!

Uma das pseudo lógicas do governo Macron e de muitas ONG’s antiracistas é porque esses vídeos são assustadores e tornam os não-muçulmanos islamofóbicos o que pode fomentar o ódio dos franceses contra a população afroislâmica.

Na realidade todos esses vídeos que são divulgados pelos terroristas islâmicos contam uma verdade fundamental sobre o Islã: é uma religião que nunca deixou de ser sanguinária ao longo de sua história e que ainda é hoje. Esses vídeos são provas irrefutáveis do racismo e ódio da grande maioria dos islâmicos contra os europeus.

Portanto, se acontecer de você observá-los, apenas para se educar sobre como o Islã trata os não-muçulmanos, você será tratado como jihadista. Esta é a lei de Darmanin.

Stalin disse: “Condenar os inocentes é a melhor maneira de aterrorizar os culpados.” Essa é a estratégia de Darmanin. Só que, desta vez, os culpados nem mesmo serão aterrorizados: eles próprios serão considerados os terroristas.

Uma pergunta para concluir: Gérald também vai proibir as imagens da Revolução Francesa?

Abaixo, a entrevista do Ministro Darmanin para a France Inter:

De acordo com o ministro Darmanin em entrevista a BFMTV:

“Os muçulmanos franceses são os primeiros a serem vítimas dos terroristas islâmicos”

Vídeos de outros canais da França sobre a Lei de Segurança Global e as leis antiterrorismo:

  • Com informações France Inter, France 24, RT France, FL24.net, AFP e France Info, via redação Orbis Defense Europe.


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