Grupo de ataque Abraham Lincoln inicia atividades na área de operações da 6ª Frota dos EUA

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Um EA-18G Growler do Esquadrão de Ataque Eletrônico (VAQ) 140 é lançado do porta-aviões da classe Nimitz USS Abraham Lincoln (CVN 72). (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist Seaman Tristan Kyle Labuguen/Released)

O Grupo de Ataque Abraham Lincoln (Carrier Strike Group – CSG) iniciou às atividades na área de operações da 6ª Frota dos EUA no último dia (8), dando continuidade em apoiar os esforços da força de coalizão na área de cooperação e contribuir para a segurança da região.

O grupo é constituído pelos seguintes navios: o porta-aviões classe Nimitz USS Abraham Lincoln (CVN 72) como nau-capitânia e embarcado consigo a Ala Aérea 7 (CVW 7), o cruzador de mísseis guiados classe Ticonderoga USS Leyte Gulf (CG 55), e destroieres do ‘Destroyer Squadron 2’ (DESRON 2) que partiram de Norfolk dia 1º, como fora planejado anteriormente.

“O Grupo de Ataque Abraham Lincoln vem trabalhando arduamente na difícil missão de preparar nossas ações para as operações da 6ª Frota”, disse o contra-almirante John Wade, comandante do CSG Abraham Lincoln. “Estamos preparados e prontos para realizar nossa missão”, enfatizou o contra-almirante.

A presença do CSG na região é parte de um contínuo revezamento de forças, onde as quais vem sendo desdobradas no apoio as operações de segurança marítima. É algo emblemático a capacidade de múltiplas missões da Marinha dos EUA. Grupos de ataque possuem capacidades prontas de respostas, onde e quando necessário através de uma variedade de conjuntos de missões.

Enquanto opera na área de operações da 6ª Frota doo EUA, o CSG participará de treinamentos reais para aumentar as capacidades de seus aliados, fortalecendo assim as parcerias por meio de eventos multilaterais e aprimorando as habilidades necessárias para alcançar a superioridade marítima por meio da presença.

Juntando-se aos navios da Marinha dos EUA, estará a fragata espanhola classe Alvaro de Bazan ESPS Mendez Nunez (F104). A parceria com à Armada Espanhola demonstra o compromisso da Marinha dos EUA em trabalhar com aliados e melhorar a interoperabilidade entre as forças aliadas.

O grupo de ataque realizará todo o espectro de operações conjuntas e navais, muitas vezes em conjunto com parceiros aliados e interinstitucionais, a fim de promover os interesses nacionais dos EUA, a segurança e a estabilidade na Europa e na África.

  • Com informações da U.S Navy
  • Tradução e Adaptação: Anderson Gabino (DefesaTV)

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