“Helicópteros da Rússia” projeta aumento nos negócios com o Brasil

Analistas aeronáuticos preveem que a demanda global por helicópteros nos próximos cinco a dez anos tenham um aumento de até 20%. Analisando o mercado brasileiro que hoje detém, 37% da frota de todo o continente americano, fez com que a holding Helicópteros da Rússia acelera-se seus projetos de expansão para o Brasil. A empresa que é Parte integrante da corporação estatal Rostec, entregou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a documentação técnica e operacional do helicóptero Mi-17A2. Desde 2000, a Rússia já entregou 16 helicópteros de diferentes modelos para o Brasil.

Segundo Anatoli Serdiukov, diretor do cluster de aviação da Rostec, o Brasil tem alta procura  por helicópteros multi-função de porte médio, e o modelo que a Helicópteros da Rússia traz para o mercado local e para o qual busca a certificação, é uma nova e moderna máquina, espaçosa e confiável: “O helicóptero Mi-171A2 oferece uma gama alta que é importante para um país onde as máquinas operam ativamente em áreas remotas. Ao mesmo tempo, no âmbito de parceria internacional, pretendemos desenvolver o serviço pós-venda, que garante o máximo de recursos operacionais e que é uma condição necessária para a segurança de voo”. 

“O Brasil é nosso parceiro de longa data e um dos principais países da América do Sul a promover helicópteros russos. Há mais de 10 anos, os helicópteros Mi-171A1 operam com sucesso no país, e tenho certeza de que o novo helicóptero também terá a reputação positiva” – acrescenta o diretor-geral da holding Helicópteros da Rússia, Andrei Boginski. Caso as perspectivas de crescimento econômico da América Latina se confirmem, a expectativa dos analistas é de que haja um aumento de 13 a 15% na participação do continente no mercado de helicópteros, com capacidade de demanda em dez anos estimada entre 1.500 e 1.650 novas aeronaves.

A tendência a uma recuperação do setor de Óleo e Gás no Brasil permite que se estime aumento anual de demanda de 2 a 4 aeronaves, em período de 2 a 3 anos. Especialmente, levando-se em conta a experiência positiva com os modelos Mi-171A1 no clima quente e úmido do país, e como as características operacionais e de voo do Mi-171A2.



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