Incidente com militares dos EUA e da Rússia na Síria, deixa feridos

Não foi divulgado o estados de saúde e nem o número de militares envolvidos no incidente

Imagem de um vídeo postado no Youtube pelo TV russa Rusvesna mostra veículos blindados dos EUA e da Rússia dirigindo nas proximidades em velocidade durante um encontro tenso no leste da Síria em 26 de agosto de 2020.

Segundo à agência de notícias Reuters militares do Exército dos EUA ficaram feridos, nesta terça-feira (26), após um incidente com forças russas na Síria, conforme relato de dois oficiais americanos à agência.

Embora tais “interações” entre russos e americanos não sejam raras, o incidente destaca os riscos para soldados de ambos os países que operam em proximidade no norte da Síria, além do potencial para escalada de tensões.

Um dos oficiais, na condição de anonimato, afirmou que os ferimentos resultaram de uma colisão e não de troca de tiros. O outro relatou que o incidente não teve grandes estragos e que os ferimentos foram leves.

O Pentágono e o Comando Central do Exército dos EUA, que supervisiona as forças americanas na região, recusaram-se a comentar. Não é comum que as forças armadas americanas comentem sobre ferimentos e incidentes do tipo.

Em julho, um paraquedista americano foi morto ao ser atropelado por um veículo, no leste da Síria.

Vídeos nas redes sociais registraram veículos militares russos, com apoio de helicópteros, movimentando-se perigosamente próximos a veículos blindados dos Estados Unidos. A origem dos vídeos não é clara.

Ainda neste ano, outro vídeo registrou uma interação próxima entre tropas em uma estrada síria.

Cerca de 500 soldados americanos permanecem no norte da Síria, após grande redução das tropas, inicialmente presentes para combater terroristas do Estado Islâmico e capturar cidades controladas pela organização no país.

Algumas áreas também possuem recursos de petróleo, algo que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou como justificativa para manter tropas americanas em territórios com presença de grupos curdos, na região.

  • Com agências internacionais


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