Interpol detém terroristas no Mar Mediterrâneo se passando por refugiados

Contrariando as informações das grandes redes de TV e outras medias, mulheres e crianças são minoria entre os imigrantes ilegais que exigem status de refugiados, ocorrendo uma proporção aproximada de 17 homens (geralmente em idade entre 18 e 30 anos) para cada mulher com filho menor. Infelizmente isso dificulta a triagem adequada para dar o devido acolhimento para quem merece o status de refugiado e para os que estão ligados à alguma atividade ilìcita. Imagem de uma das muitas operações de interceptação de embarcações clandestinas no Mediterrãneo, via RTL news Nederlands.

Em 19 de setembro foi detectado mais de uma dezena de elementos suspeitos de serem “combatentes terroristas” estrangeiros, todos comprovadamente ligados ao ISIS e Al Qaeda, que cruzavam o Mar Mediterrâneo, durante grande operação realizada nas fronteiras marítimas da periferia do Mediterrâneo, conforme nota da Interpol.

Fontes extra-oficiais afirmam que essa quantidade pode ser bem maior pois as ações de busca e captura ainda não foram finalizadas e a triagem continua nos controles de fronteiras portuários.

A operação “Netuno II” permitiu a abertura de 31 novas investigações, incluindo mais de 12 relacionadas à circulação de suspeitos de terrorismo” se utilizando dos fluxos migratórios de refugiados para adentrar o território europeu e promover outros crimes diversos, afirmou a Interpol.

Fonte: https://www.interpol.int/News-and-Events/News/2019/Foreign-terrorist-fighters-detected-during-INTERPOL-maritime-border-operation

Infelizmente as investigações encontram fortes resistências locais e até mesmo são alvos de manobras para impedimentos legais por parte de interferências de ONG’s de apoio à acolhida de refugiados, estas que são ligadas aos governos de alguns países europeus e árabes.

Todas estas ONG’s que alegam argumentos de direitos humanos para impedir as investigações da Interpol também são suspeitas de colaborarem com redes criminosas de tráfico de pessoas e entorpecentes para a Europa.

A esse respeito, os bancos de dados da Interpol atualmente contêm detalhes de mais de 50.000 combatentes terroristas estrangeiros e cerca de 400.000 informações relacionadas a terroristas que estão sendo usadas para a Operação Netuno II, e que poderiam render mais resultados caso as fronteiras marítimas fossem tão bem controladas como são feitas nos aeroportos internacionais.

Seis países participaram da operação de inteligência

A operação “contou com inteligência criminal para atacar redes criminosas envolvidas em tráfico de pessoas, contrabando de migrantes, armas de fogo e entorpecentes”, diz a Interpol.

Sediada na França, a Interpol coordenou esta operação realizada entre 24 de julho e 18 de setembro. Seis países participaram. Os portos da Argélia, Espanha, França, Itália, Marrocos e Tunísia foram utilizados para realizar a operação.

Combinando seus esforços, mais de 1,2 milhão de pesquisas foram realizadas em bancos de dados da Interpol especializados em documentos de viagem roubados ou perdidos, dados criminais ou veículos roubados. Suspeitou-se que os indivíduos alvejados usassem as conexões marítimas entre o norte da África e o sul da Europa durante a alta temporada turística.

Neste vídeo publicado pela Interpol, Jean Michel Mascaro, comandante do porto SPAF de Marselha, que controla a fronteira marítima francesa das ligações com a África e a Turquia, explica a operação da operação Netuno II.

Veja relatos: https://youtu.be/1wz988tOgV4, https://youtu.be/scyxo8MjDyo

  • Com informações da INTERPOL e Agence France Press via redação Orbis Defense Europe.


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