Mais de metade dos submarinos da Marinha Real estão ancorados depois que rachaduras foram achadas em seus reatores!

Definitivamente a Royal Navy  vem passando por  um verdadeiro inferno astral,  devido a crise  unidades que  ela pensava em manter em sua frota tiveram de  ser vendidas, caso  do nosso recém chegado Porta Helicópteros Atlântico, e outras construídas abaixo do Planejado, caso de suas  fragatas da Classe Type 45. Agora a maré de azar chega a sua frota de submarinos de ataque da Classe Trafalgar. O reator da do HMS Trechant apresentou  uma rachadura que deixou vazar radiação, A falha  foi tão grave que a Royal Navy o docou e já planeja retirar ele da frota em janeiro de 2019, não tendo feito ainda isto apenas por logística para tratar com o problema presentado.

O problema é tão grave que foi até pensado em seccionar o casco na area do reator a frente e apos o mesmo e encarcera-lo em uma célula de concreto em um deposito de material nuclear. Também especulam, que a frota da Classe Trafalgar nunca mais poderá navegar. A rachadura está sendo tratada como uma “falha genérica irreparável” que impedirá que os submarinos da classe possam ser capaz de realizar tarefas normais que exijam muito de seus reatores. 

Acredita-se que o HMS Astute, comissionado em 2010, seja o único no mar, embora ainda esteja operativo fazem poucas semanas de serviço após um recente ajuste. Segundo o The Sun, é a primeira vez em décadas que a Grã-Bretanha não tem um submarino de ataque em stand-by para responder ameaças.

Isso significa que a Grã-Bretanha pode ser forçada a implorar por apoio internacional na proteção de quatro submarinos Vanguard, que transportam a dissuasão nuclear Trident da Grã-Bretanha. A Grã-Bretanha tem sete submarinos caçadores- matadores nucleares. Na semana passada, foi revelado que os quatro submarinos mais antigos da classe Trafalgar, Trenchant, Torbay, Triumph e Talent, estavam fora de ação devido a reparos e manutenção, por motivo de falha de rachaduras em reator e com vazamento de radiação. 

Um cano de reator rachado no HMS TrenchantUma rachadura foi descoberta primeiro no reator nuclear do submarino HMS Trenchant No entanto, fontes confirmaram que o Trenchant foi atracado depois que engenheiros descobriram uma fratura no centro de seu reator nuclear enquanto estavam no mar. A fratura é em uma solda de metal conectando um tubo do circuito de refrigeração do vaso de pressão do reator, classificando-a como uma falha crítica, mas se crescer, será classificado como “catastrófico”. 

Porque fica dentro de um tanque de água para proteger a radiação, que é extremamente difícil para os engenheiros chegarem. Uma fonte da Marinha disse ontem: “A fratura apareceu em uma solda de tubo e nossas medidas de segurança são muito altas. Não navegaremos até que sejam todos verificados. Fontes disseram que os três navios da classe Astute da Marinha – construídos pela BAE Systems – estão “cercados de problemas”, apesar de custarem cerca de 1,2 bilhão de libras cada. 

Os outros atualmente em serviço são o HMS Ambush – que está sendo reparado depois de colidir com um petroleiro em Gibraltar em 2016, e com o HMS Artful. Uma fonte de Whitehall disse: “Ninguém está sendo honesto sobre o escândalo”. Todos os sete submarinos movidos a energia nuclear patrulham rotas de comércio “sob ameaça do Irã” e mantêm um olhar atento sobre o que os russos estão fazendo no Atlântico, e agora estamos inoperantes nestas tarefas.

O Regulador Nuclear de Segurança da Defesa decidirá o destino dos navios, mas os engenheiros nucleares advertiram que a falha provavelmente seria “terminal” – e também pode afetar os outros três navios que ainda não estão em inspeção, por serem tão antigos. 

Gráfico da rachadura do reator

A gravidade da falha poderia tornar inclusive o submarino inerte em navegação, o que seria fatal para toda tripulação, levando a embarcação ao fundo. O engenheiro nuclear John Large, que em 2000 ajudou a consertar uma falha similar, porém menos drástica, no HMS Tireless, disse: “Se a fratura estiver na válvula de pressão do reator, isso indicaria que ela está em uma solda. E isso seria muito difícil de acessar.  

“Ele fica em um tanque de água, para proteger a radiação. Com o tempo, o vaso de pressão do reitor torna-se cada vez mais radioativo, e a maioria desses navios está se aproximando do fim de sua vida útil. A probabilidade é que não seja reparável e isso seria um desastre. Um problema como esse provavelmente se repetirá em cada barco, porque eles têm idades semelhantes ”. 

Uma vez que tal fratura apareça, é apenas uma questão de tempo até  ela se  alongar com o esforço podendo chegar ao limite de até 100 mm. A Grã-Bretanha implanta sete caçadores-assassinos nucleares da SSN. Na semana passada, foi revelado que os quatro submarinos mais antigos da classe Trafalgar, Trenchant, Torbay, Triumph e Talent, estavam fora de ação devido a reparos e manutenção, o que  vulnerabiliza ainda mais a crise. 

Isso pode parecer cruel, mas estou sendo real e factual. Os britânicos gostam de pensar em si mesmos como nosso melhor aliado. Como qualidade muito acima do seu numero. Mas se os EUA tiver de tirar seus subs do serviço de patrulha para proteger seus boomers. Colocar aeronaves e pessoal da Marinha em seus navios de guerra para justificar a sua existência, então talvez eles não sejam mais tão fortes e melhores, afinal. 

A aliança militar com os ingleses está soando cada vez mais como um programa de bem-estar social.  A Marinha  Real deveria pensar  em mandar exorcizar  toda sua frota, pois o ciclo de  azar só aumenta.

 JG



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