Marinha do Brasil estuda transferir submarinos Classe Tupi e Tikuna para o Complexo Naval de Itaguaí

Submarinos Tapajós (S33) e Timbira (S32), durante cerimônia do Centenário da Força de Submarinos (2014), na Base Naval Almirante Castro e Silva - Foto: Anderson Gabino

Foi noticiado pelo site IHS Jane´s que o Comando da Força de Submarinos (ComForS), estuda possibilidade de transferir seus submarinos diesel-elétrico Classes Tupi e Tikuna, da Base Naval Almirante Castro e Silva (BACS) para o novo Complexo Naval de Itaguaí (CNI). Se de fato a transferência for efetivada, a BACS que fica em Niterói (RJ), deverá ser utilizada como unidade de apoio ao Comando da Força, realizando apenas serviços básicos aos submarinos. Segundo o Jane´s, as obras de conclusão do complexo de Itaguaí tem previsão para o ano de 2022. O Local está sendo preparado para receber os submarinos convencionais diesel-elétrico da Classe Riachuelo e o de propulsão nuclear S-NBR Álvaro Alberto. A base naval e as instalações que estão sendo construídas no complexo, fazem parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) da Marinha do Brasil, que tem um valor total estimado em R$ 35 bilhões.

  • Com informações do site IHS Janes, Por Victor Barreia
  • Tradução e Adaptação: Anderson Gabino (DefesaTV)


8 COMENTÁRIOS

  1. Sim pode até transferir só que deve se pensar nos PNR para abrigar todo esse efetivo. A Marinha não cria suas base c/ a visão lógica da FAB ou do EB. A vila branca não tem apartamentos pra todo esse pessoal. Daí faz se a necessidade de construir um conjunto habitacional ao lado da Base de Itaguaí. Uma Villa Branca 2

    • Por quê? O “público” é o contribuinte brasileiro, que merece ser informado sobre o que é feito com os recursos de seus impostos. Não há nada de secreto em mudar a base de seus submarinos. Aliás, a Base em Itaguaí tem o estaleiro de submarinos ao lado e estará muito mais preparada para apoiar os navios.

  2. Depois de um advento denominado satélite, não tem sigilo algum.
    Todo mundo, sabe o que o outro tem e onde. Visão termal, outros sensores e toda tecnologia de prospecção dos principais players do mundo sabem onde estão cada alfinete do outro.
    Esconder o “quê”? Como usar é o ” pulo do gato “!

  3. bom seria se fosse realmente verdade, pois do jeito que estão demitindo funcionários , que foram qualificados para esse projeto, não deve sobrar muitos ate 2020.
    tomara que mude isso e recomecem a contratar.

  4. O ANUNCIO DA ESCOLHA DO MODELO DA CORVETA ESCOLHIDO PELA MARINHA DO BRASIL TROUXE PARA NÓS GRANDE INQUIETAÇÃO

    Não pelo tipo de embarcação escolhida, dominio inconteste de nossa Marinha.

    Mas pela renuncia de exercer plenamente seu arbítrio legal, pois tendo desencadeado a construção em Itaguaí de um estaleiro que lhe pertence e nos pertence, tenha resolvido duplicar o escasso dinheiro publico utilizando novos recursos da União para fazer em Santa Catarina o mesmo que já fez em Itaguaí.

    Com isso ela surpreendentemente despreza os recursos que o nosso Estado lhe concedeu pela renuncia fiscal e os duplica inutilmente. Mas, pior, deixa a região mais carecedora do nosso estado sem os 2000 empregos que ora anuncia.

    O inacreditável argumento de que vai construir no acanhado Estaleiro Aliança de Niterói navios de 120 metros de comprimento e 3400 toneladas de peso parece ser uma tentativa inadequada de calar o protesto que deverá ser levantado pelas autoridades do Estado do Rio de Janeiro, seus sindicatos e pelas entidades empresariais.

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