Marinha dos EUA deixa de usar quatro navios devido a problemas com custo de manutenção

Entre as embarcações, estão Navios de Combate Litorâneos (LCS) incluindo um da classe Independence, e três da classe Freedom

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O site Military Watch, publicou matéria na qual revela que a Marinha dos EUA considera em se desfazer de quatro Navios de Combate Litorâneos (LCS) em 2022, estes com menos de dez anos uso, por conta de problemas na sua manutenção, sendo essa uma estratégia para redução de custos.

Entre as embarcações incluem navios de ambas as variantes de LCS, incluindo uma variante da classe Independence, USS Coronado (LCS-4), e três embarcações da classe Freedom, USS Fort Worth (LCS-3), USS Detroit (LCS-7) e USS Little Rock (LCS-9),

O navio USS Forth Worth entrou em serviço em 2012, o USS Coronado em 2014, o USS Detroit em 2016 e o USS Little Rock em 2017. Embora os LCS fossem desenvolvidos como navios furtivos pequenos e de baixo custo, seu custo de produção e exploração é consideravelmente mais elevado do que foi inicialmente previsto.

Cada navio tem custo operacional semelhante a um destroier pesado, apesar de ter capacidades de combate muito limitadas e uma quantidade de poder de fogo relativamente pequena. Cortar quatro navios salvará US$ 186 milhões (R$ 971 milhões) para a Marinha dos EUA, de acordo com a solicitação do serviço para o ano fiscal de 2022.

Segundo a Marinha, cortar os LCS será favorável, dado que isso “evitará custos para atualizar esses navios até a configuração e capacidade comum do resto da frota, e permite investimentos em competência de maior prioridade e capacidade”.

Além disso, dois navios “não têm pacotes de missão (MP) atribuídos, e a aquisição atual de missão não leva em consideração a aquisição de MP para estes dois navios. As operações contínuas da frota exigiriam a compra de um MP para cada navio”.

Foi comunicado que o USS Detroit e USS Little Rock possuem motores muito problemáticos que não valem o esforço ou despesas para os consertar ou substituir. Além disso, os navios “sofreram acidentes graves de propulsão”. Sendo assim, o desmantelamento destes dois navios é uma estratégia de redução de custos.

  • Com agências internacionais