Militares atletas conquistam mais da metade das medalhas obtidas pelo Brasil no Pan-americano de Lima

Atletas brasileiros no pódio prestando continência à Bandeira Nacional. Esta foi imagem constante durante os Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, encerrados neste domingo (11).

Muitos se perguntam quem são esses homens e mulheres que projetam o nome do Brasil no cenário do esporte e demonstram patriotismo e determinação, enchendo uma nação de orgulho.

São os militares atletas das Forças Armadas (FA), que, nesta edição do Pan, conquistaram nada menos do que 54,39% do total de medalhas alcançado pela delegação brasileira. Competiram em Lima pelo Time Brasil 485 atletas. Desses, 138 são integrantes do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas.

Mesmo sendo a menor delegação das últimas quatro edições do evento, o Brasil fechou na segunda posição do quadro de medalhas geral do Pan de Lima, com 171, atrás somente dos Estados Unidos, que obteve 293. Se o PAAR fosse um país, estaria na quinta colocação desse quadro.

De ouro, foram 55 no geral, 33 dos militares atletas. Já as medalhas de prata foram 45 e 71 de bronze. Desses totais, os militares do PAAR conquistaram 29 e 31, respectivamente.

Assim, o Time Brasil conseguiu, em Lima, alcançar grandes feitos no desporto: quebrou o recorde de medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos, aumentou o número de vezes que subiu ao pódio, 171.

Esse total representou 14 vezes a mais do que a marca anterior, no Rio – 2007. Cresceu também a presença no número de modalidades em que conquistou medalhas, 41. Além disso, destacou o nome do país neste evento desportivo continental e garantiu vagas para as Olimpíadas de Tóquio 2020.

Na medida em que mais da metade dessas conquistas foram de militares atletas, o excelente desempenho reforça a eficácia do Programa desenvolvido pelo Ministério da Defesa em parceria com o então Ministério do Esporte, desde 2008.

Com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível, o PAAR, junto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), o Ministério da Cidadania, os Clubes aos quais os atletas pertencem e as Confederações e Federações Esportivas, constitui-se numa engrenagem de sucesso que viabiliza o Projeto Olímpico Brasileiro.

  • Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa, Por Maristella De Lucca Marszalek e Fotos: Alexandre Loureiro/COB


1 COMENTÁRIO

  1. Quase todos eles só chegaram onde chegaram graças ao Bolsa Atleta, o maior program de incentivo ao esporte criado no mundo pelo governo Lula, e graças à Lei Piva, criada no governo FHC, para as federações esportivas. O papel das FFAs é importante como background para treinamentos mas minimo pra esse sucesso. O papel dos governos Temer e Bolsonaro nisso foi zero.

    E gente batendo continência em pódio de competições esportivas civis é coisa de país comunista ou fascista, ridículo e estranho aos olhos do mundo. Ate pq são um bando de ignorantes querendo aparecer mas fazendo um papel ridiculo, nenhum militar ( eles nem militares de carreira são) tem necessidade ou obrigação de prestar continência se não estiver de uniforme e quepe.

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