Militares da Força Aérea Canadense realizam visita ao Esquadrão Orungan, na Ala 12

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O Esquadrão Orungan (1º/7º GAV), sediado na Ala 12, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu a visita de uma comitiva da Real Força Aérea Canadense (RCAF), no final de agosto.

O grupo era composto por tripulantes da aeronave Lockheed CP-140 Aurora, que se baseia na plataforma do P-3 Orion – aeronave operada pela Unidade da Força Aérea Brasileira (FAB).

Durante o encontro, os visitantes conheceram o simulador tático MT-TAT (do inglês Mission Trainer-Tactical Aircrew Trainer), e do MSC (Mission Support Center), dedicados ao planejamento e às análises das diversas missões executadas pela Unidade Aérea.

Além das instalações administrativas, puderam visitar o Hangar do Zeppelin, um dos últimos espaços para dirigíveis existentes e um dos mais bem conservados do mundo. Entre palestras e briefings, os tripulantes dos dois países puderam trocar experiências e mostrar as capacidades das suas aeronaves.

Os canadenses, fundamentados por experiências em situações reais no Afeganistão, Iraque e Líbia, abordaram, por exemplo, os aspectos cruciais sobre as operações ISR (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance) no ambiente terrestre, com ênfase nas possíveis ameaças.

Por fim, a comitiva participou de um voo operacional na aeronave P-3AM e pôde assistir à coordenação entre a tripulação brasileira no cumprimento das Ações de Antissubmarino, Patrulha Marítima, e Busca e Salvamento, com lançamento simulado de bote pela porta principal.

O Comandante do 1º/7º GAV, Tenente-Coronel Aviador Erivando Pereira Souza, falou sobre o intercâmbio com os tripulantes do Esquadrão 404 da RCAF. “Além de servir para a troca de experiências entre os dois países, realçou as potencialidades da aeronave P-3AM em ambiente ISR, com múltiplos vetores, tanto no cenário marítimo como no terrestre”, comentou.

  • Com informações do Cecomsaer, Fotos: 1º/7º GAV

2 COMENTÁRIOS

  1. Abre o olho militares brasileiros, o que os canadenses vieram fazer aqui é espionar nossos métodos de defesa, eles estavam ao lado da França, para dividir nosso país. Em um país sério era melhor cotar relações e fechar suas empresas que extrai ouro e minerais estratégicos. Brasil cada vez mais amador, vendo a banda passar.

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