Ministério da Defesa Indiano aprova compra de 73 mil fuzis Sig Sauer 716-G2

O Ministério da Defesa Indiano, aprovou pedido feito pelo Exército para a aquisição de 73 mil fuzis modelo 716-G2 da empresa Sig Sauer, a um valor estimado em US$ 97 milhões, informaram fontes oficiais do ministério no último dia 2, informou o periódico local Times of India. A ministra da Defesa, Nirmala Sitharaman, aprovou a aquisição dos fuzis Sig Sauer, que serão usadas por tropas posicionadas ao longo da fronteira de quase 3.600 km com a China, disseram as fontes. Eles disseram ainda que, os rifles estão sendo comprados sob o procedimento de aquisição rápida.

“O contrato deve ser finalizado dentro de uma semana. A empresa norte-americana terá de entregar os rifles no prazo de um ano a partir da data de finalização do acordo'”, disse um alto funcionário envolvido na negociação do acordo. Fontes do Exército revelaram que os fuzis da Sig Sauer, irão substituir os obsoletos rifles Insas. O segundo maior Exército do mundo tem pressionado para acelerar o processo de aquisição de vários sistemas de armas, considerando as crescentes ameaças de segurança, incluindo as fronteiras da Índia com o Paquistão e a China. Em outubro de 2017, o Exército iniciou o processo para adquirir cerca de 700.000 fuzis de assalto, 44.000 metralhadoras leves (LMGs) e quase 44.600 carabinas. No entanto, apenas os rifles foram liberados enquanto o acordo para carabinas e as LMGs ainda está pendente.

Cerca de 18 meses atrás, o Exército havia rejeitado um fuzil de assalto construído pela estatal Rifle Factory, Ishapore, depois que ocorreram falhas nos testes de tiro. Depois disso, o Exército começou a buscar novos modelos e oportunidades no mercado global. A aquisição destes fuzis, chega com um certo atraso significativo devido a uma variedade de razões, incluindo o fracasso do Exército em finalizar as especificações para isso. O Exército precisa de cerca de 700.000 armas de assalto 7.62×51 mm para substituir seus rifles INSAS. A Índia também comprou 5.719 unidades do Beretta .338 Lapua Magnum Scorpio TGT (itália) e Barrett .50-calibre (EUA), em janeiro para substituir os seus antigos Dragunov, usado pelos snipers que ficam baseados nas fronteiras.

  • Com informações do site Army Recognition
  • Tradução e Adaptação: DefesaTv

1 COMENTÁRIO

  1. Um pouco mais de 5000 reais, cada fuzil.
    Aqui uma arma simples, caseira, cobram isso.
    Uma carabina, não automática e sem mira laser e visão noturna.
    Mas… somos o povo brasileiro, se um dia virarmos uma nação, quem sabe.

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