Navy SEAL que matou Bin Laden afirma; “ele morreu assustado, se escondendo atrás de sua esposa”…

Imagem internet via redação OD Europe.

Aproveitando do 18º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, um dos Navy SEAL que fez parte da equipe de caça ao mentor dos ataques do 11 de setembro, compartilhou uma memória diferente.

Em um tweet na noite da última quarta-feira (11) o Navy Seal na reserva, Rob O’Neill, ao qual é creditado o tiro que matou Bin Laden, descreveu os momentos finais da vida de Osama bin Laden durante a invasão do “SEAL Team Six” no complexo do terrorista, no Paquistão.

Em 2 de maio de 2011, O’Neill e outros membros da equipe “SEAL Team Six” efetuaram a incursão sobre o complexo residencial e de comando de Bin Laden em Abbottabad, no Paquistão, vizinho Afeganistão.

Depois de uma longa investigação da Centra de Inteligências dos EUA (CIA), os SEALs invadiram o complexo e mataram o líder terrorista em uma missão chamada “Operação Netuno Spear” (Tridente/Lança de Netuno).

O’Neill decidiu falar sobre a missão, desde que os eventos da Operação Netuno Spear começaram a aparecer ao público com detalhes controversos, e depois de ser alvo muitas provocações e ofensas da comunidade islâmica nos EUA e de ativista políticos democratas simpatizantes do islã.

“Osama bin Laden morreu assustado. Se escondendo atrás da esposa” – declarou O’Neill. “Foi uma noite incrível”, continuou ele. “Foi uma honra (…) fazer parte dessa equipe incrível.”

“Nunca seria eu, nunca faria parte dessa missão. Ele era apenas um fantasma e eu o acaso – disse O’Neill. “Apenas para chegar a esse ponto, entregue pelos pilotos (…) e entrar nessa posição na última sala por causa de colegas de equipe na minha frente jà vasculhando outros cômodos do edifício.”

Na conta pessoal do Twitter de Robert J. O’Neill podem ser encontrados muitos outros comentàrios interessantes. Imagem via redação OD Europe. Link do tweet: https://twitter.com/mchooyah/status/1171961746422022144

O’Neill também creditou o trabalho das tripulações aéreas e também aos Rangers do Exército, que ajudaram na missão geral de encontrar e neutralizar Bin Laden.

Em uma entrevista à Fox News de 2018, O’Neill disse que ficou surpreso ao ver as notícias da missão de sua equipe sendo divulgadas mundialmente, enquanto eles ainda estavam de pé sobre o corpo de Bin Laden e as autoridades realizavam os testes de DNA para verificar os restos mortais do terrorista.

Em fevereiro deste ano, O’Neill assinou um acordo pelos direitos do filme sobre seu lado pessoal da história, com base em seus livros de 2017 “O Operador: Disparando os tiros que Mataram Osama Bin Laden” e “Meus Anos como Guerreiro da Equipe SEAL. “

Em vez da história do SEAL Team Six e da invasão como um todo, que é retratada no filme de 2012 “Zero Dark Thirty”, o novo filme aparentemente seguirá a vida pregressa de O’Neill em Montana, quando este incorporou-se aos SEALs e seus momentos pessoais que antecederam ao ataque a Bin Laden.

Sob a liderança de Bin Laden, a Al Qaeda declarou guerra aos EUA em agosto de 1996, citando a presença militar dos EUA na Arábia Saudita.

Embora Bin Laden e a Al Qaeda tenham declarado guerra e efetuado ataques anteriores contra embaixadas dos EUA, a ameaça de Bin Laden e sua organização terrorista só foi totalmente concretizada após os ataques de 11 de setembro, nos quais os ataques contra as torres gêmeas do World Trade Center em Nova York e o Pentágono em Washington DC.

Após os ataques, os EUA entraram em guerra no Afeganistão, tentando derrubar o controle político do país pelo Taliban e desmembrar os membros da Al Qaeda que viviam no país.

  • Com informações do Americam Military News, Twitter oficial de Rob O’Neill via redação Orbis Defense Europe.


1 COMENTÁRIO

  1. O mundo comemora o mais infeliz espetáculo da Terra que foi previsto por João Evangelista, Nostradamus e eu.

    2001 11 de setembro – A Chave do apocalipse—Jan Val Ellam
    Hoje, para nós, avião é a coisa comum, porém para aquela época, como podia o cérebro de alguém entender tal coisa?João chamou-os de “gafanhotos”, na quinta trombeta.“ O aspecto desses gafanhotos era o de cavalos aparelhados para a guerra. Nas suas cabeças havia uma espécie de coroa com reflexos dourados. Seus rostos eram como rostos de homem, seus cabelos como os de mulher, e seus dentes como os dentes de leão. Seus tórax pareciam envoltos em ferro, e o ruído de suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos, correndo para a guerra. Tinham caudas semelhantes à do escorpião, com ferrões e o poder de afligir os homens por cinco meses” (Apoc. 9,7 – 10)
    Imaginemos, agora, que para o cérebro de João que jamais vira uma construção elevada, a única referência que tinha, era a lendária Torre da Babilônia ( de Babel). Assim, vamos supor o evangelista tendo acesso as imagens das quedas das torres do World Trade Center, em Nova York. Como ele descreveria aqueles tristes acontecimentos? Com que palavras ele poderia se referir a tais fatos atordoantes para sua concepção de mundo e de vida, à época em que viveu?Prestemos, agora, atenção, ao que João descreve como sendo os acontecimentos entre o final da sexta trombeta e o início da sétima.“ Depois disso vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada por sua glória.Clamou em alta voz, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, a grande” …; porque todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxuria, pecaram com ela os reis da terra, e os mercadores da terra se enriqueceram com o excesso do seu luxo.” Apoc. 18, 2-3. Elementos observados: A queda das torres: o imperialismo econômico e político, com aspectos de um processo de globalização sustentado em princípios cujos valores exaltam o capital e desprezam a vida humana, reduzindo-a a um mero exercício de mais valia financeira; e o poder exercido no resto do mundo pelo maior centro financeiro do planeta, a cidade de Nova York.
    “Hão de chorar e lamentar-se por sua causa os reis da terra que com ela se contaminaram e pecaram quando avistarem a fumaça do seu incêndio. Parados ao longe, de medo de seus tormentos, eles dirão: “Ai, ai da grande cidade, Babilônia, cidade poderosa! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo! ( Apoc. 18, 9-10 elementos observados: Postura dos demais lideres mundiais diante da queda das torres; a queda repentina das mesmas, pouco mais de uma hora. “Também os negociantes da terra choram e se lamentam a seu respeito, porque já não há ninguém que lhes compre os carregamentos: carregamento de ouro e prata, pedras preciosas e pérolas, linho e púrpura, seda e escarlate, bem como de toda espécie de madeira odorífera, objetos de marfim e madeira preciosa; de bronze, ferro e mármore; e essência; de aromas, mirra e incenso. De vinho e óleo, de farinha e trio, de animais da carga,ovelhas, cavalos e carros, escravos e outros homens. Eis que o bom tempo de tuas paixões animalescas se escoou. Toda a magnificência e todo o brilho se apagou, e jamais serão reencontrados. Os mercadores destas coisas, que delas se enriqueceram, pararão ao longe, de medo de seus tormentos, e hão de chorar e lamentar-se, dizendo “ Ai, ai da cidade, a grande, que se revestia de linho, púrpura e escarlate, toda ornada de ouro, pedras preciosas e pérolas. Porque em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza… “ Apoc. 18, 11-17.Elementos observados: Durante vários dias a bolsa de Nova York parou, diversos negócios deixaram de ser realizados; preocupação do evangelista em listar todas as mercadorias que ele conhecia ao tempo em que viveu, para simbolizar o poderio econômico do centro financeiro representado pela cidade de Nova York, em especial pelas duas torres que ruíram.”

    Continuação … 11 de setembro.
    Todos os pilotos e todos os navegantes, os marinheiros e todos os que trabalham no mar paravam ao longe e exclamavam, ao ver a fumaça do incêndio: “Que havia de comparável a esta grande cidade? E lançavam pó sobre as cabeças chorando e lamentando-se com estas palavras: “Ai, ai da grande cidade de cuja opulência se enriqueceram todos os que tinham navios no mar. Bastou um momento para ser arrasada” Apoc. 18, 17-19.Elementos observados: Pilotos de aviões além de comandantes e tripulantes de navios que, ao longe, observavam a fumaça das torres e depois da derrocada de ambas; o pó e os detritos provenientes das quedas das torres cobrindo literalmente milhares de pessoas que estavam próximas ao local dos problemas ocorridos; a ênfase em Nova York como centro de comércio para as nações que participam do circuito dos negócios mundiais; a rapidez com que as torres ruíram. “Então um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar: “ Com tal ímpeto será precipitada Babilônia, a grande cidade, – e jamais será encontrada.” … porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria. (Apoc. 18, 21,23). Aqui se observa um anjo demonstrando com ênfase a João como as torres cairiam. É importante perceber que os seres que procuravam simbolizar os acontecimentos profetizados foram todos chamados por João de “anjos”. Também podemos observar esta profecia de Nostradamus, nascido em 1503, que tem particularidade com os atentados ao WTC nos EUA: Centurias X – 82 – “Com facas, Gritos, Lágrimas e Pranto; parecendo fugir, farão um último ataque. E em lugar dos parques, altas plataformas. Os vivos rechaçados ou mortos”. Elementos observados: os terroristas dominaram os tripulantes das aeronaves utilizando facas, e evidentemente foram rechaçados ou mortos quem tentaram evitá-los.

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