Polícia Federal e Agência de Nacional de Aviação Civil fiscalizam aeródromo sem autorização

Aeródromo foi excluído do cadastro da Anac em 2017 — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A Polícia Federal (PF) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizaram neste sábado (14) fiscalização em uma pista particular que funciona como aeródromo em Palmas. Não havia mandados para serem cumpridos.

A operação batizada de “Sítio Flyer’ visava a busca e apuração de possíveis irregularidades contra a segurança do transporte aéreo em Palmas. Sendo este o mesmo lugar onde um advogado morreu em 2017 na queda de um ultraleve.

A investigação começou após denúncia da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). De acordo com a PF, o aeródromo estaria operando de forma irregular sem a autorização da Anac. Também são investigadas possíveis irregularidades que causam riscos à segurança aérea, supostamente cometidas por uma escola de aviação em Palmas.

A PF afirmou que os investigados devem responder pelos crimes de exercício de atividade impedida por decisão administrativa e por atentar contra segurança do transporte aéreo. As penas podem chegar a cinco anos de prisão. A reportagem não conseguiu contato com os responsáveis pelo aeródromo.

Acidente grave

O Aeródromo Sítio Flayer foi local de um grave acidente em 2017. O advogado José Simone Nastari morreu após a queda de um ultraleve. A Polícia Militar informou que o acidente aconteceu a cerca de 100 metros da pista particular. O piloto da aeronave conseguiu escapar, mas o passageiro ficou preso e morreu carbonizado. Na época o local já estava fora do cadastro da Anac por não ter condições de segurança.

  • Com informações do G1 Tocantins


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