Polícia Militar do Rio de Janeiro usará sistema de leitura facial na final da Copa América

Além de reforçar o efetivo de policiais, o esquema de segurança planejado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) para a final da Copa América, entre Brasil e Peru, domingo à tarde no Maracanã, vai contar uma novidade: será implantado experimentalmente o sistema de reconhecimento facial nas áreas de acesso ao estádio.

Assim como aconteceu em Copacabana durante o Carnaval, câmeras instaladas em pontos estratégicos integradas por um software da concessionária de telefonia Oi ao banco de dados da Polícia Civil do Rio de Janeiro serão capazes de identificar a presença de pessoas com mandados de prisão em aberto ou até torcedores proibidos de frequentar estádios.

O projeto experimental do Maracanã, além de transmitir as imagens em tempo real para o CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), contará também com uma sala de monitoramento instalada no interior do estádio.

De acordo com o planejamento elaborado pela Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar, cerca de mil policiais serão empregados para garantir a segurança de torcedores, moradores e turistas durante a realização da final da Copa América.

Dos 390 novos soldados formados na última segunda-feira no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), 260 estarão atuando no reforço.

Haverá um cordão de isolamento na área externa do Maracanã para impedir que torcedores sem ingresso se aproximem do estádio. Além da área do Maracanã, terminais de transportes coletivos e vias de acesso ao estádio, haverá um reforço de policiamento bastante expressivo no Boulevard Olímpico, na Praça Mauá, onde será instalado um telão.

O esquema de policiamento contará com a participação do Batalhão Especial de Policiamento em Estádios (BEPE), unidades operacionais subordinadas ao 1º CPA (Comando de Policiamento de Área), que engloba Centro, Zona Sul e parte da Zona Norte, equipes da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) e do Regimento de Polícia Montada (RPMont), além de tropas do Comando de Operações Especiais (COE) – Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque.

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  • Com informações da PMERJ


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