Queda de F-35 em 2018 foi por defeito de fabricação, aponta relatório

O acidente com um caça F-35 do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC) ocorrido em setembro de 2018, foi causado por um defeito de fabricação em um tubo de combustível fabricado pela empresa United Technologies, de acordo com relatório oficial do governo.

O documento publicado pelo Escritório Governamental de Contabilidade (GAO), relatou a um comitê do Congresso esta semana “que uma investigação determinou um defeito de fabricação causou a ruptura de um cabo de combustível durante o voo, resultando em perda de força no motor “.

O relatório identificou ainda que o “controle de qualidade e entregas de radares como os principais riscos do programa”. O escritório do programa relatou que identificou 117 aeronaves com o mesmo tipo de cabos de combustível que precisaram ser substituídos. O governo dos Estados Unidos chegaram a suspender as operações dos F-35 no mundo inteiro após o acidente.

Os caças, fabricados pela empresa norte-americana Lockheed Martin, utilizam motores fabricados pela Pratt & Whitney, onde à empresa United Technologies Corp e subsidiária. O porta-voz da Pratt & Whitney declinou de comentar a questão, segundo publicou a agência Bloomberg.

Em agosto de 2018, o Projeto de Vigilância sobre o Governo (POGO) relatou que oficiais envolvidos no projeto do F-35 estariam escondendo falhas perigosas no programa ao invés de tentarem consertá-lo. Segundo a ONG, o objetivo dos oficiais era avançar sobre a fase de desenvolvimento do projeto.

O relatório da POGO ainda diz que algumas dessas falhas fariam com que o piloto da aeronave não tivesse como obter dados confiáveis antes de atirar. Além disso, problemas em peças da cauda do jato teriam sérias implicações na segurança e também no combate com a aeronave.

  • Com informações de agências de notícias internacionais

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