Rota de seda, a “Pax Chinesa” e cenários futuros – José Ananias Duarte Frota – Cel BM R1 (ESG-CAEPE)

Rota de seda, a “Pax Chinesa” e cenários futuros.

 

José Ananias Duarte Frota – Cel BM R1 (ESG-CAEPE)

 

 “A maior proeza militar é vencer sem combater: a astúcia e a manipulação apresentam mais vantagens do que a agressividade para impor sua vontade sobre os outros”.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

 

Nesta conferência, no link https://youtu.be/Ygvu5ndE5bs, podemos mensurar que na diretriz do Presidente Donald Trump, o nosso Brasil e as nações tem que calcular estes Fatos Portadores de Futuro (FPF). Conforme a Escola Superior de Guerra, Fatos Portadores de Futuro (FPF), são fatos já ocorridos ou que estejam ocorrendo, que devem causar impacto ao objeto de estudo no futuro, ao criarem condições para que, posteriormente, possam ocorrer um ou mais eventos (Eventos Futuros), ou possam dificultar ou impedir que tais eventos ocorram.

Importante este fato portador e futuro para a humanidade sobre os propósitos da China e sua dominação na geopolítica mundial com seus fundamentos.

Uma nova Rota da Seda faz parte da construção da ideia de um “Sonho chinês”, bandeira política de retomada do que a China por seu principal líder, Xi Jinping, da República popular da China apresentada por, entende seu lugar no mundo, com sua futura dominação do globo.

O investimento e poder da China no mundo tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Segundo o importante think tank estadunidense American Enterprise Institute for Public Policy Research, entre 2005 e 2018, a China esteve presente nos cinco continentes e investiu cerca de US$ 1,9 trilhão. Isso equivale, por exemplo, a 13 vezes o valor do Plano Marshall, utilizado pelos Estados Unidos na reconstrução da Europa durante a Guerra Fria.

Chegando ao centro do tabuleiro Geopolítico, a potência asiática recusa a pretensão de hegemonia e continua a se definir como um país em desenvolvimento, o que implica em uma abordagem de relações internacionais que prega a expansão do Comunismo global.

Segundo o documento, a Nova Rota subdivide-se no Cinturão Econômico ligando a China-Ásia; Central-Rússia-Europa (Báltico); e a Rota Marítima, projetada para ir da costa da China para a Europa através do Mar do Sul da China e do Oceano Índico em uma rota, e da costa da China através do Mar do Sul da China para o Pacífico Sul na outra. Nesta visão um “cinturão econômico” composto por vias terrestres que atravessam a Rússia, a Ásia Central e o Paquistão até o leste Europeu; do outro, uma “rota da seda marítima” ligando pelos oceanos os países emergentes do sul e sudeste asiático até a África e a América do Sul.

Em sua expansão Geopolítica não aplicando as armas nesta conjuntura, a China neste objetivo invade o globo terrestre pela economia em uma tese dos antigos antepassados chineses como “a Arte da Guerra de Sun Tzu”. Estima-se que os empréstimos chineses para os países da África passaram de menos de US$ 1 bilhão em 2000 para cerca de US$ 30 bilhões em 2016. Um dos principais interesses chineses no continente africano é a importação de materiais como petróleo, minérios e alimentos. As principais empresas chinesas atuando em solo africano são empreiteiras de grande porte, que desenvolvem a infraestrutura do país.

Existe uma possibilidade da “armadilha da dívida” por parte da China, para atar os países africanos. A teoria de que a China está forçando os países africanos a se endividar acima de suas possibilidades, para mantê-los e dominados, numa espécie de neocolonialismo e inserir o comunismo.

A Grécia está entre os primeiros países da União Europeia a assinar um documento de cooperação intergovernamental com a China para avançar em conjunto a cooperação no Cinturão e Rota.

O Governo grego assinou em 2016, o acordo definitivo com a China para a cedência, por 36 anos, de dois terços da Autoridade Portuária do Pireu (OLP) à empresa estatal chinesa Cosco, num ato que decorreu na residência do primeiro-ministro. O contrato de privatização é válido até 2052. O porto, uma rota de acesso para a Ásia, o leste da Europa e o norte da África, recebeu 16,8 milhões de passageiros e 3,6 milhões de unidades equivalentes a contêineres de 60 metros (TEUs, na sigla em inglês) em 2014.

Outras estratégias conhecidas da Geopolítica Chinesa para a Rota da Seda como dominação.

“Lança mão de tudo para corromper seus melhores homens: oferendas, presentes, afeição, nada omitas. Se preciso for, suborna. Engaja pessoas dignas do campo adversário para praticarem ações vergonhosas e indignas de sua reputação, ações das quais elas se envergonharão quando descobertas, e não deixes de divulgá-Ias amplamente”.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

Com o objetivo de completar a modernização do Exército Popular de Libertação (EPL) para 2035 e de transformá-lo em “força de classe mundial” para 2049 (um compromisso adquirido pelo presidente Xi Jinping no XIX congresso do Partido Comunista Chinês realizado em 2017), o gasto militar do país em 2018 chegou a quase 250 bilhões de dólares (1,01 trilhão de reais), mais do que a França, Rússia e o Reino Unido juntos, e superado somente pelos U.S.A, com 649 bilhões de dólares (2,60 trilhões de reais). Os dados do SIPRI mostram que o investimento da China em defesa aumentou 130% na última década. Apesar de aumentar em relação ao ano anterior, os U.S.A se mantiveram em 2018 ainda abaixo dos níveis de 10 anos atrás, quando os conflitos no Iraque e Afeganistão elevavam o gasto.

E1- Contra a Democracia e a Religião

Se quisermos que a glória e o sucesso acompanhem nossas armas, jamais devemos perder de vista os seguintes fatores: a doutrina, o tempo, o espaço, o comando, a disciplina.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

“China radicaliza, ordena queima de igrejas e bíblias e ameaça a liberdade religiosa”. “O objetivo das ações é garantir a lealdade do povo chinês ao partido comunista, que é ateu, eliminando qualquer obstáculo a seu poder sobre a vida das pessoas”

“O governo da China tem intensificado a repressão às congregações cristãs da capital, Pequim, e de outras províncias do país. Os atos consistem em destruir cruzes, queimar Bíblias e fechar igrejas. Os fiéis são obrigados também a assinar documentos renunciando sua crença. As informações são da Associated Press (AP). “

“O objetivo das ações é garantir a lealdade do povo chinês ao partido comunista, que é ateu, eliminando qualquer obstáculo a seu poder sobre a vida das pessoas. Pelas leis do país, celebrações religiosas apenas podem ser realizadas em congregações registradas junto às autoridades. Milhões de fiéis, entretanto, frequentam igrejas “clandestinas” ou cultos domésticos. “

““A comunidade internacional deve ficar alarmada e indignar-se com esse flagrante violação à liberdade de religião e crença”, escreveu em e-mail à AP Bob Fu, pastor da Ong China Aid, organização cristã de promoção dos direitos humanos.

Os chineses têm visto sua liberdade religiosa diminuir no governo Xi Jinping, considerado o líder mais poderoso do país desde Mao Tsé-Tung. Em abril deste ano, o governo baniu vendas on-line da Bíblia, que já eram controladas.

No último domingo de setembro de 2018, cerca de 60 funcionários do governo, acompanhados por ônibus, carros da polícia e caminhões de bombeiros, trabalharam para o fechamento da sede da Igreja de Sião. Trata-se da maior igreja da capital chinesa, com seis filiais. À imprensa, o pastor Ezra Jin Mingri contou que os oficiais declararam que os cultos do local eram ilegais, e selaram as entradas do local. “https://www.gazetadopovo.com.br/justica/china-radicaliza-ordena-queima-de-igrejas-e-biblias-e-ameaca-a-liberdade-religiosa-094rhsx0fnu8jgpm2wa2cphcs/

E2 – Marinha Chinesa

A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada de genialidade.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

Podemos avaliar pela expansão na força naval da República Popular da China (segmento do Exército Popular de Libertação), correlacionando-os com os interesses nacionais chineses vigentes e impor o comunismo mundial.

Os principais navios de combate de superfície da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) planejados para 2025.

Em 2009, a China tinha apenas 30 navios de superfície, em 2019 são 127 navios, sem contar os submarinos e navios auxiliares.

Em 2017 a China lançou ao mar de 175 mil toneladas de navios de guerra e, em 2018, ultrapassou o ritmo de produção naval militar dos U.S.A.

Em 2009 a PLA Navy não tinha porta-aviões, em 2019 contará com duas unidades, uma delas totalmente construída na China.

Além de aumentar seu poder naval para garantir a supremacia no Mar Meridional da China, a PLA Navy também está expandindo suas operações até o Oriente Médio, onde já conta com uma base naval em Djibouti.

Em 2014 foi noticiado que a China pretende instalar 18 bases navais no exterior, em diferentes regiões, além da Namíbia: Paquistão, Sri Lanka e Mynanmar no Oceano Índico norte; Djibouti, Iêmen, Omã, Quênia, Tanzânia e Moçambique, no oeste do Oceano Índico; e Seychelles e Madagascar no centro do Oceano Índico Sul.

Segundo o Capitão James E. Fanell (Reserva), diretor de operações de inteligência e informação da frota do Pacífico dos Estados Unidos, publicado (https://www.naval.com.br/) em 17 de julho de 2020, “marinha global da China de olho no controle do mar até 2030, superioridade em 2049”.

Capitão James E. Fanell, alerta: Após 20 anos de transformação, a Marinha do PLA opera em todo o mundo, do Báltico ao Pacífico Sul e do Ártico à Antártica. A construção naval da China continua inabalável, a fim de apoiar o conjunto crescente de missões da Marinha do PLA para cumprir o “sonho da China” de rejuvenescimento e restauração nacional.

No verão de 2018, o PLA Daily anunciou que a Marinha Chinesa não está mais preocupada com a escassez de navios de guerra. Não apenas foram construídos mais navios de guerra, mas as qualidades também foram aprimoradas, transformando a Marinha Chinesa de uma marinha de águas verdes em uma robusta marinha de águas azuis. Eles não estão construindo esses navios para permanecer no porto ou mesmo para permanecer no leste da Ásia. Eles estão no quintal da Índia há mais de uma década.

Outra faceta é a dramática expansão do PLA Marine Corps para 100.000 militares — um aumento de dez vezes do seu Corpo de Fuzileiros Navais há apenas alguns anos. Os informes indicam que algumas dessas novas forças do PLA Marine Corps serão enviadas para Gwadar, Paquistão ou sua nova base da Marinha do PLA em Djibuti.

Quanto ao número de submarinos da Marinha do PLA que podem ser esperados no futuro, dado o aumento da produção esperado de uma nova instalação de produção em Huludao, a RPC poderá lançar até dois SSNs e um SSBN anualmente, o que significa que a Marinha do PLA poderia ter até 24 SSNs e 14 SSBNs até 2030. Estes são SSBNs que certamente terão mísseis apontados para os Estados Unidos, mas também para a Índia. E embora alguns possam zombar dessa estimativa, lembre-se que, há uma década, existiam dúvidas semelhantes para a produção de destróieres chineses.

E3- Criação de ilhotas artificiais no Pacífico.

Compare prudentemente o exército inimigo com o seu próprio, de modo que você possa saber onde a força é superabundante e onde é deficiente.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’.

A China parece ter instalado sistemas “significativos” de armamento, incluindo baterias antiaéreas de grande tamanho, em cada uma das sete ilhotas artificiais construídas nas ilhas Spratly, no mar do sul da China. A denúncia de um centro de estudos norte-americano, baseada no exame de imagens por satélite, contradiz as declarações do próprio presidente Xi Jinping de que Pequim “não tem intenção de militarizar” essas ilhas.

Estendendo-se ao sul da China e rodeado pelas Filipinas, Vietnã, Brunei e Malásia, há um corpo de água de 1,35 milhão de quilômetros quadrados, o Mar do Sul da China.  Neste local as ilhas têm experimentado um frenesi de atividade nos últimos anos. A China construiu uma série de Ilhas artificiais em toda a área. Elas são uma vitrine da engenharia chinesa. Mas essa demonstração de força provocou fortes reações dos vizinhos, particularmente as Filipinas, que instaurou uma ação contra a China perante a Corte Permanente de Arbitragem em Haia. Em 12 de julho de 2016, o tribunal internacional decidiu contra a China. A superpotência se recusou a reconhecer a decisão ou mesmo a jurisdição do tribunal.

A criação de ilhotas artificiais no Pacífico significou um ponto de inflexão. Em 2013, a China começou a construir as ilhas Spratly e as Paracelso, em uma região que, além de ser uma via principal do comércio marítimo internacional, possui importantes reservas de petróleo e gás.

A Malásia, Vietnã, Taiwan, Filipinas e Brunei também afirmam ter direitos sobre essas águas. As ilhotas artificiais —A Grande Muralha de Areia, como as chamou em 2015 o comandante-chefe dos U.S.A no Pacífico— são utilizadas por Pequim como bases militares, de lançamento e depósitos de armas.

Ao transformar recifes e ilhotas em instalações militares, a China está ampliando suas capacidades militares no Mar do Sul. Pistas de pouso, matrizes de radar e todos esses prédios dão ao país a capacidade de projetar força em toda a região. Para outro aviso, a China tem comissionado o seu segundo porta-aviões, o Shandong, o primeiro feito integralmente em estaleiro próprio.

A questão naval ocupa a maior parte do último relatório do Departamento de Defesa dos U.S.A sobre o poderio militar chinês. O documento destaca que Pequim é capaz de destruir com mísseis DF-21 qualquer barco (incluindo porta-aviões) que navegue a menos de 1.500 quilômetros de suas costas. O relatório também afirma que a nova posição hegemônica da China significa uma ameaça às tropas norte-americanas da região, principalmente em pontos vitais como o estreito de Taiwan.

Uraci Castro Bonfim, no curso de política, estratégia e alta administração do Exército, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército-ECEME, nos orienta que, “a Geopolítica é um estudo dos Estados em sua relação no contexto mundial, é também recomendável rever-se o conceito de centros de poder, como: Países, grupos de países, organizações internacionais, multinacionais ou transnacionais, que atuam no cenário internacional como elementos de pressão em relação ao atendimento de seus interesses, influenciando ou participando de decisões significativas quanto a políticas e estratégias de nações ou das demais nações”.

“É oportuno, nestas considerações, relembrar o entendimento de Geoestratégia, para um melhor entendimento da importância da Geopolítica e sua relação com as estratégias adotadas pelos Estados, além de dirimir dúvidas expostas pelas várias interpretações, muitas vezes incorretas sobre o que realmente vem a ser. Vimos que Política é a arte de fixar os objetivos pretendidos, preparar e aplicar o poder, para sua conquista e a manutenção, e que Estratégia é a arte de preparar e aplicar o poder, para a conquista e manutenção dos objetivos fixados pela Política. Quando a Política recebe influências geográficas na fixação dos seus objetivos, segundo Beckheuser e outros estudiosos do assunto, está-se tratando de Geopolítica. Da mesma forma, quando a Estratégia no preparo e aplicação do poder, para conquistar e manter os objetivos fixados pela Política, recebe influência das condições geográficas, está-se tratando de Geoestratégia”. “Geoestratégia é a arte de preparar e aplicar o poder para a conquista e a manutenção dos objetivos fixados pela Política, quando em decorrência das condições geográficas”.

O mandatário Xi Jinping, da República popular da China com a criação de ilhotas artificiais no Pacífico impõe ampliação do Poder Nacional chinês atuando com força na Geopolítica e Geoestratégia do partido para estabelecer a dominação mundial que Adolf Hitler no 3º Reich não conseguiu.

E4- Primeira base naval chinesa ampliando a logística na África

A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada de genialidade.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

O Exército Popular de Libertação chinês inaugurou em 2017 a primeira base naval fora do seu território, no Djibuti, um pequeno país localizado no nordeste da África. As autoridades chinesas descrevem essas instalações como um “centro de logística” que servirá às tropas mobilizadas no continente, mas a iniciativa também reflete a vontade de Pequim de desenvolver uma frota naval capaz de operar em águas profundas e defender os numerosos interesses que o gigante asiático tem longe de casa.

Essa instalação permitirá que a China ganhe presença em um enclave estratégico, pois o Djibuti faz fronteira com a Somália, a Etiópia e a Eritreia e fica entre o mar Vermelho e o golfo de Áden, uma das rotas marítimas e de abastecimento de energia mais importantes do planeta e essencial para o comércio chinês. O gigante asiático, além disso, já é o maior parceiro comercial do continente africano e investiu bilhões de dólares em infraestruturas, sendo que um deles é a linha ferroviária que liga exatamente o Djibuti a Adis Abeba, capital da vizinha Etiópia.

A abertura dessa base está em consonância com a vontade de Pequim de que seu Exército tenha maior protagonismo em escala global.

Segundo o presidente chinês, Xi Jinping, disse em um discurso em 2017 na comemoração do aniversário do Exército que este “deve ser corajoso o suficiente para mudar e inovar”.

No clássico Da Guerra (Vom Krieg) de Carl von Clausewitz temos uma discussão sobre a teoria da guerra e sobre o que para ele significava o conceito de estratégia. Podemos extrair que a estratégia está relacionada com os planos, objetivos, ações; que não necessariamente serão concretizados, mas irão balizar o confronto de maneira geral. Clausewitz reconheceu cinco elementos da estratégia, expressos como: elementos psicológicos, incluindo a questão da moral; a força militar, incluindo seu tamanho, composição e organização; a geometria da situação, incluindo as posições relativas ao movimento das forças, os obstáculos, canais de ação, objetivos, terreno, incluindo montanha, rios, florestas e estradas, que pode influenciar as atividades militares; apoio, incluindo o meio e as fontes. O presidente chinês, Xi Jinping encontra-se avançando nos cinco elementos incluindo as posições relativas ao movimento das forças.

Se a “geopolítica é ‘a política aplicada aos espaços geográficos’”, a Logística aplicada em função dos ambientes geográficos pode ser denominada em “Geologística”. Lembremos que a “Geoestratégia é a arte de preparar e aplicar o poder para a conquista e a manutenção dos objetivos fixados pela Política, quando em decorrência das condições geográficas”. Ouso definir a “Geologística”:

Geologística é o conjunto de pessoal, instalações, equipamentos, doutrinas, procedimentos e informações, apoiado por uma infraestrutura de tecnologia da informação e comunicações (TIC), atuando como agente catalisador de disponibilização de informações gerenciais proporcionando um apoio logístico adequado e contínuo na Geoestratégia.

O nosso mestre General Meira Mattos da Escola Superior de Guerra afirmava: “o mais sintético e abrangente conceito de Geopolítica é de Ratzel: ‘espaço é poder’” (MEIRA MATTOS, 1975, p. 5). (grifo nosso).

O presidente chinês, Xi Jinping encontra-se definindo pontos estratégicos mundiais para sua Geopolítica, Geoestratégia e Geologística para futuras conexões militares, pois com sua paciência e liderança dominante partido confirma: “preparar e aplicar o poder para a conquista e a manutenção dos objetivos fixados pela Política”, ou seja, implantação do Comunismo planetário.

E5- Comunicação Mundial e restrição de notícias

Faz com que te comuniques livremente de todos os lados, que teus cavalos, teus veículos e todos os teus equipamentos possam transitar sem perigo.

                        Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

“A guerra já nos mostra que resultados formidáveis uma propaganda adequada pode obter”.

                 Adolf Hittler, Mein Kampt, 1920

Este trabalho de “doutrinação” da “Pax Chinesa” através dos meios de comunicação e de propaganda não é novo. Na Alemanha do III Reich de Hitler esse instrumento era eficientemente aplicado por Joseph Paul Goebbels na postura do Führer, Adolf Hitler. O Führer afirmava aos seus seguidores: “A propaganda permitiu-nos conservar o poder, a propaganda nos possibilitará a conquista do mundo”.

A propaganda era tão importante para Hitler que uma das medidas mais imediatas foi a criação de um Ministério da Propaganda, entregando sua direção ao doutor Joseph Goebbels. Num regime que se assumia como absoluto, total, todos espaços que dali por diante circundavam os cidadãos, nas ruas, nos edifícios, no estádios, os prédios público e privados, nas fábricas e nas escolas, tudo o que fosse impresso ou que circulava no ar, deveria ser preenchido pelas mensagens, slogans e símbolos do partido nazista e do seu guia Adolf Hitler.

Hoje a propaganda da China está em vários pontos do mundo por emissoras, rádios e meios de comunicação encaminhado estas nocivas ações de combalir os governos mundiais. Em contrapartida na China este sistema de comunismo tem restrição para que seus habitantes não utilizem a internet ou mídia por controle do governo chinês.

Mais de 500 milhões de chineses têm acesso diário à Internet, porém é de conhecimento mundial que esse acesso não acontece de forma irrestrita. A China conta com um programa de monitoramento estatal, batizado de Great Firewall “Grande Muralha de Fogo”, nome alusivo à Grande Muralha da China e a programas de proteção contra ação de hackers), que impede o acesso de alguns dos sites de maior popularidade no resto do mundo, como o Google, Twitter ou Facebook.

Sites geridos por meios de comunicação ocidentais, como a BBC, a Voz da América, a Rádio Free Asia e a Wikipédia, têm sido regularmente bloqueados na China, enquanto outras fontes de notícias, como o New York Times, o Washington Post, o South China Morning Post e a rede CNN foram intermitentemente bloqueadas. Os sites que transmitem notícias em chinês costumam enfrentar obstáculos maiores do que os sites em inglês.

Para compreender essa dinâmica de controle da informação, é necessário primeiro ler as folhas de chá do Partido Comunista Chinês (PCCh). Sob a liderança do secretário-geral Xi Jinping, a China passa por mudanças fundamentais em sua direção ideológica e organizacional que começaram, nos últimos anos, a influenciar tanto a agenda de reformas do Estado quanto suas relações externas.

O governo chinês vem impossibilitando usuários do WhatsApp de se comunicarem por meio do aplicativo. Depois de começar a restringir o envio de fotos, vídeos e áudios em julho de 2017, as autoridades também começaram a dificultar a troca de mensagens de texto em setembro.

De acordo com relatos de usuários chineses nas redes sociais, nenhum tipo de mensagem consegue ser enviada. Um representante da empresa de criptografia Symbolic Software ouvido pelo jornal The New York Times confirmou que problemas no WhatsApp chinês foram detectados pelo monitoramento da empresa, que é independente. Para ele, os censores chineses podem ter desenvolvido um software que consegue interferir nas mensagens de texto do aplicativo.

Falando ao site The Verge, o mesmo especialista contou que a China pode ter atualizado seus sistemas de controle de tráfego on-line, o chamado “firewall”, para detectar e bloquear o envio de texto pelo WhatsApp. Os mesmos sistemas de controle já faziam o mesmo com fotos, vídeos e áudios, que usam programação diferente do texto.

E5- Espiões cibernéticos e o “Big Brother” Chinês.

Seja sutil. Use seus espiões para cada tipo de negócio.

                   Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

A China finalmente admite que possui unidades especiais de guerra cibernética – e muitas delas. Essa é a “ameaça persistente avançada” apontada pelos especialistas em segurança cibernética com sua China Cyber Army (Exército cibernético da China).

Durante anos, a China é suspeita dos U.S.A e de muitos outros países por realizar vários ataques cibernéticos de alto nível, mas sempre que o país nega veementemente as alegações. No entanto, pela primeira vez, o país admitiu que possui divisões de guerra cibernética – várias delas, de fato.

Na última edição atualizada de uma publicação do “People’s Liberation Army” (PLA) chamada The Science of Military Strategy, a China finalmente quebrou o silêncio e falou abertamente sobre suas capacidades de espionagem digital e ataque à rede e afirmou claramente que possui unidades especializadas dedicadas à guerra contra as redes de computadores.

Um especialista em estratégia militar chinesa no Centro de Pesquisa e Análise de Inteligência, Joe McReynolds disse à TDB que esta é a primeira vez que a China reconhece explicitamente que possui unidades secretas de guerra cibernética, tanto no lado militar quanto no governo civil.

“Isso significa que os chineses descartaram sua folha de figueira de negação quase plausível”, disse McReynolds. “Em 2013, as publicações oficiais do PLA [Exército de Libertação do Povo] emitiram negações gerais como: ‘Os militares chineses nunca apoiaram ataques ou atividades de hackers’. Eles não podem mais fazer essa afirmação. “

Com os hackers patrocinados pelo estado atacando sua organização, um treinamento eficaz de conscientização de segurança para os funcionários, que lhes fornece conhecimento para permanecerem firmes no escritório, é essencial hoje em dia. Descubra como isso é acessível para sua organização hoje.

No dia 10 de fevereiro de 2020 no site https://www.justice.gov/opa/pr/chinese-military-personnel-charged-computer-fraud-economic-espionage-and-wire-fraud-hacking, um grande júri federal em Atlanta nos U.S.A, retornou uma acusação na semana passada, acusando quatro membros do Exército de Libertação do Povo da China (PLA) por invadir os sistemas de computador da agência de relatórios de crédito Equifax e roubar dados pessoais dos americanos e os valiosos segredos comerciais da Equifax.

A acusação de nove contagem alega que Wu Zhiyong (吴志勇), Wang Qian (王乾), Xu Ke (许可) e Liu Lei (刘磊) eram membros do PLA 54 th Research Institute, um componente do exército chinês. Eles supostamente conspiraram entre si para invadir as redes de computadores da Equifax, manter acesso não autorizado a esses computadores e roubar informações sensíveis e identificáveis ​​pessoalmente de aproximadamente 145 milhões de vítimas americanas.

“Big Brother” Chinês. Assustador, mas a realidade de cerca de 13 milhões de chineses, onde um sistema de vigilância em massa do governo monitora uma minoria étnica muçulmana que vive no oeste do país, na região de Xinjiang.

A Plataforma Integrada de Operações Conjuntas, um aplicativo da polícia, conectado a um sistema de vigilância de Xinjiang, compila uma quantidade enorme de informação sobre as pessoas, inclusive localização em tempo real, e segue seus movimentos, rastreando telefones, veículos, identidades. Depois identifica as que representam potencial ameaça. Com base em critérios questionáveis, como viagens ao exterior, o sistema gera listas de pessoas para possível detenção. Cerca de um milhão de muçulmanos estão arbitrariamente detidos em campos de “educação política” em Xinjiang e neles ficam até que sejam considerados leais ao partido comunista.

Sob a liderança de Xi Jinping, o governo chinês também aumentou esforços para coletar DNA, amostras de sangue, leitura de íris e outras informações biométricas de milhões de pessoas. Câmeras de reconhecimento facial alimentadas por Inteligência Artificial instaladas em todo o país, aumentaram o controle social, a discriminação racial, resultando em sérias violações dos direitos à privacidade, liberdade de expressão, associação e religião.

Chegamos a esta fase de sofisticação bélica na China para o mundo. A guerra cibernética, definida com a utilização de meios numéricos para desenvolver a função de controlar outros Estados Nacionais ou empresas, transforma radicalmente os três componentes históricos da guerra: a espionagem, a sabotagem e a guerra da informação, na linha observada por Sun Tzu. Multiplicam-se informações sobre o uso da capacidade cibernética – inclusive na espionagem, ataque e influencia com o objetivo de conseguir vantagem política, econômica e militar.

E7 –Usurpação em Hong Kong em 30 de junho de 2020 pela China.

Conservar os domínios e todos os direitos do príncipe que serves deve ser o primeiro de teus cuidados. Só deves ampliá-Ios, usurpando o território inimigo, quando for imprescindível.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

O presidente da China, Xi Jinping, promulgou no dia 30 de junho de 2020 a lei sobre segurança nacional para Hong Kong, considerada pelos críticos uma forma de silenciar a oposição e minar a autonomia na ex-colônia britânica.

O texto será incorporado à “Lei Fundamental” que serve desde 1997 de mini-Constituição de Hong Kong. Apresentado ao comitê permanente do Parlamento Nacional, uma instituição vinculada ao Partido Comunista Chinês (PCC), o documento não será apreciado no parlamento local de Hong Kong.

O escritório chinês para Assuntos sobre Hong Kong e Macau afirmou, em um comunicado, nova lei para Hong Kong será uma “espada” sobre a cabeça daqueles que prejudicarem a segurança nacional. “

“Isto representa o fim de Hong Kong como era conhecido em todo o mundo. Com poderes ampliados e uma lei mal definida, a cidade se transformará em um #estadodepolíciasecreta”, tuitou Joshua Wong, um dos líderes do movimento pró-democracia Hong Kong.

E8 – Contra o dólar, a China aposta na sua própria moeda internacional.

Os recursos dos que são hábeis na utilização de forças indiretas são tão infinitos quanto os do céu e da terra, e tão inesgotáveis quanto os mananciais.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

Uma moeda digital emitida por um Estado de grande peso no cenário internacional. Esses elementos estão juntos quando se fala de China e do e-RMB, versão digital do yuan que foi anunciada em maio passado pelo governo de Pequim. E uma das hipóteses mais debatidas é se esse movimento pode configurar uma ameaça à predominância do dólar americano na economia internacional.

Essa impressão é reforçada pela crescente na disputa entre China e Estados Unidos pela hegemonia global.

Para o cotidiano do cidadão chinês o yuan digital — ou DCEP, sigla para Digital Currency Electronic Payment — pode ser considerado uma evolução natural do que já acontece em seu mercado. A difusão de meios digitais de pagamento, fornecidos basicamente pelos aplicativos WeChat e Alipay, tornam a China praticamente um país que quase não usa mais o dinheiro de papel.

No entanto, são os impactos internacionais desse movimento, que já vinha sendo ensaiado nos últimos anos, que esquentam esse debate.

O yuan digital não é o primeiro adversário que o dólar enfrenta, mas talvez o mais desafiador. A China deve aplicar essa nova moeda digital para atrair outros países para sua zona de influência econômica, política e seu império totalitário.

Uma das respostas dos chineses é exatamente a adoção do yuan digital. A outra será o fortalecimento do Cinturão Econômico da Rota da Seda, destinado a desenvolver projetos de infraestruturas e investimentos em países da Europa, Ásia e África.

Considerações finais.

 

Além das leis ordinárias da guerra, promulgavam outras, em função do tempo e do lugar.

Sun Tzu no Livro ‘A Arte da Guerra’

“A guerra é um ato de violência cuja finalidade é obrigar o adversário a fazer nossa vontade; a guerra é a continuação da política por outros meios”.

Carl Von Clausewitz, Da guerra.

As origens dessa “nova ordem mundial” que nos denominamos a “Pax Chinesa” encontra-se nas origens deste povo guerreiro com milhares de embates em sua história.

O princípio da soberania, considerado há séculos como sendo una, indivisível, inalienável e imprescritível, ganha, na atualidade, enorme importância, visto que, para alguns estudiosos, o fenômeno do Comunismo nesta visão de Xi Jinping, tê-lo-ia colocado no museu da história, sepultando-o definitivamente.

Na doutrina internacionalista encontramos a definição de que a ingerência é um dos elementos constitutivos da intervenção. Celso D. de Albuquerque Mello, citando Thomas e Thomas, considera que “o ato de intervenção só se caracteriza quando reúne os seguintes elementos: a) estado de paz; b) ingerência nos assuntos internos ou externos; c) forma compulsória desta ingerência; d) finalidade de o autor da intervenção impor a sua vontade; e) ausência de consentimento de quem sofre a intervenção (p. 342)”.

No mesmo sentido, por estar intrinsecamente vinculada ao conceito de intervenção, a ingerência nos assuntos internos dos Estados Nacionais também é alvo de severas críticas, sobretudo quando é exercida de forma individual e compulsória. A inclusão do Comunismo recente pela história de milênios está arraigada nos bilhões de habitantes da China.

O planeta está sendo alvo do Direito de Ingerência pela “Pax Chinesa”. O Direito de Ingerência é, no entanto, justificado atualmente pela causa remota de serem os fatos que levam à sua necessidade mais importantes que princípios consagrados do Direito Internacional, como o da soberania e o da não intervenção.

Para o professor José Francisco Rezek, a soberania é um “atributo fundamental do Estado que o faz titular de competências que, precisamente porque existe uma ordem jurídica internacional, não são ilimitadas; mas nenhuma entidade as possui superiores”.

Neste sentido, a ingerência de Xi Jinping é um fundamento inconciliável com o princípio da soberania. Nenhuma nação possui mais soberania do que uma outra para o Direito Internacional e, portanto, não possui a prerrogativa de intervir compulsoriamente em assuntos internos de um outro povo, como recentemente em Hong Kong.

Os Estados Nacionais estão sendo contaminados pela “Paz Chinesa”. Com suas operações econômicas preliminares e impondo à vontade aplicando a mídia e outros meios de comunicação estatuindo a sua intervenção para impor o Comunismo com Forças Armadas em locais estratégicos.

A não intervenção é um dogma defendido desde Kant e vem sendo largamente empregada como princípio em matéria de Direito Internacional. Quem talvez melhor defina este conceito é a própria Carta da Organização dos Estados Americanos – OEA, que enuncia em seu art. 18:

“Nenhum Estado ou grupo de Estados tem o direito de intervir direta ou indiretamente, seja qual for o motivo, nos assuntos internos ou externos de qualquer outro. Este princípio exclui não somente a força armada, mas também qualquer outra forma de interferência ou de tendência atentatória à personalidade do Estado e dos elementos políticos, econômicos e culturais que o constituem”.

Sendo a ingerência parte nuclear do conceito de intervenção, o princípio da não intervenção também abarca esta prática, repudiando-a enquanto instrumento de Direito Internacional.

Importante a análise do povo Chinês e neste período controlado pelo Presidente Xi Jinping sabemos que viviam séculos em guerras e com estratégias diferentes dos Ocidentais. Com temas nestes combates milenares aplicando a arte de ludibriar seus inimigos para seus intentos.  O presidente da china Xi Jinping já informou que em 2049 a China dominará o globo terrestre.

Uma vez analisadas estas ameaças a humanidade têm que rever as fases, etapas e estágios anteriores, assim como os objetivos atuais e os cenários futuros da China, iniciando sua ingerência a partir da Europa, a África, Hong Kong e dirigindo para continente Americano. As Ameaças impõem a adoção de medidas de defesa, formação de alianças, ou enfrentamento, visando mitigar efeitos prejudiciais delas decorrentes. A reação às Ameaças deve ser suficiente para ajudar a superar o estado de vulnerabilidade de nossas Nações que propagam a Democracia.

O Muro de Berlim veio abaixo e a União Soviética dissolveu-se, mas Comunismo propagado pela China está forte como nunca. Devemos como povo brasileiro está atento pois nossos representantes na Constituição da República Federativa do Brasil no preambulo afirmaram: “reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus”.

Temos que invocar a Proteção de Deus e unidos no Estado Democrático, com uma família Cristã em nossa Pátria combater este estratagema do presidente da china Xi Jinping, por suas informações que em 2049 a China dominará a terra. Já houve a pax romana, a pax islâmica, a pax mongólica, a pax otomana, a pax britânica, a pax nazista e no momento a criação da pax chinesa.

*Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra, Representante da Defesa Civil Nacional no Comitê Executivo de formatação do SINAMOB, Delegado da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Diretor de Inteligência e Assuntos Estratégicos do Instituto CTEM + e Membro do Conselho Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Post scriptum, fontes:

https://www.youtube.com/watch?v=9cTDG5xGRG8

https://vermelho.org.br/2019/10/03/a-nova-rota-da-seda-e-a-atual-encruzilhada-historica/

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/193931/PGRI0068-D.pdf?sequence=-1&isAllowed=y

http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/1112/c309814-9631351.html

https://aterraeredonda.com.br/a-nova-rota-da-seda/

https://www.defesanet.com.br/china/noticia/22080/Grecia-acerta-venda-de-porto-de-Pireu-a-chinesa-COSCO/

https://www.politize.com.br/nova-rota-da-seda-chinesa/

https://noticias.r7.com/internacional/poder-em-expansao-china-investe-pesado-na-reconquista-da-africa-10092018

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/grecia_cede_a_china_67_do_porto_do_pireu_ate_2052

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/06/30/china-aprova-lei-de-seguranca-nacional-para-hong-kong-diz-imprensa-local.ghtml

https://www.naval.com.br/blog/2019/04/23/veja-como-sera-a-marinha-chinesa-em-2025/

https://www.naval.com.br/blog/2020/07/17/marinha-global-da-china-de-olho-no-controle-do-mar-ate-2030-superioridade-em-2049/

https://revista.egn.mar.mil.br/index.php/revistadaegn/article/view/417

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/01/internacional/1501589492_007630.html

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-42346330

https://marsemfim.com.br/ilhas-artificiais-no-mar-do-sul-da-china/

https://www.gazetadopovo.com.br/justica/china-radicaliza-ordena-queima-de-igrejas-e-biblias-e-ameaca-a-liberdade-religiosa-094rhsx0fnu8jgpm2wa2cphcs/

https://revistaopera.com.br/2018/10/21/a-grande-muralha-de-fogo-da-china-controla-a-internet-e-os-chineses-pouco-se-importam/

https://pt.qwe.wiki/wiki/Golden_Shield_Project

A moeda digital chinesa é uma ameaça ao dólar? Veja o que dizem especialistas

https://www.hrw.org/pt/news/2019/05/31/330626

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/09/26/Por-que-a-China-est%C3%A1-restringindo-a-comunica%C3%A7%C3%A3o-via-WhatsApp



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