SpaceX coloca mais 60 satélites de internet em órbita

(SpaceX/Divulgação)

A SpaceX, do bilionário Elon Musk, concluiu o lançamento de sua quarta leva de satélites de internet. Os 60 novos objetos se juntarão aos mais de 170 outros satélites da empresa que já estão em órbita terrestre. E farão parte do ousado projeto de criar uma rede de internet global, capaz de fornecer sinal para quase todo o planeta. Mas a ação empresa atraiu, novamente, críticas de astrônomos e estudiosos, que temem que o aumento de satélites leve a mais colisões espaciais e detritos flutuando em nossa órbita.

A primeira leva de foguetes foi enviada em maio de 2019 e inaugurou o projeto Starlink, que tem como objetivo suprir a demanda por internet banda larga em lugares isolados, onde a fibra ótica não é uma opção. Segundo a SpaceX, a rede completa de satélites conseguirá fornecer acesso a internet de alta velocidade em quase todo o mundo, exceto nos polos.

Para isso, os mais de 230 satélites já em órbita são apenas o começo: a empresa planeja lançar até seis mil equipamentos nos próximos anos, nas previsões mais modestas. No longo prazo, o número pode chegar em 40 mil satélites. Por enquanto, a SpaceX tem aprovação para enviar apenas 10 mil, mas já busca carta verde para outros 30 mil.

Outros 22 lançamentos estão programados só em 2020, e possivelmente terminaremos o ano com mais de 1.500 satélites Starlink em órbita. Nesse ritmo, a empresa planeja oferecer internet para os Estados Unidos e Canadá já no meio do ano, em regime de teste.

Com informações da Super



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