“Strike Groups” CVNs John C. Stennis & Abraham Lincoln operando no Mediterrâneo

U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 3rd Class Skyler Okerman.

O “John C. Stennis (CVN 74) Carrier Strike Group” (CSG) juntou-se ao “Abraham Lincoln (CVN 72) CSG”, no Mar Mediterrâneo essa semana, provendo a oportunidade única de ver dois grupos de combate de dois super porta-aviões operando em conjunto com outras Marinhas aliadas e parceiras na àrea de operações da  U.S. 6th Fleet.

U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 3rd Class Garrett LaBarge/Released

Essa é a primeira vez que dois “strike groups” operam simultaneamente desde o verão de 2016, quando os porta-aviões  Dwight D. Eisenhower e  Harry S. Truman foram deslocados para a região simultaneamente, e estão sob as ordens do Comando da 6a Frota, que tem sede em Nápoles – Itàlia.

A principio, não é admitido oficialmente pela U.S. Navy, ou pela NATO/OTAN, mas uma das principais intenções da presença desses “Strike Groups” no Mediterrâneo seria a dissuasão na atual crise da Lìbia, e também, na constante presença da Marinha da Rússia nas rotas que levam aos portos sírios.

Todos os treinamentos são os mesmos já desenvolvidos em missões padrão que envolvem desde a guerra anti-submarina, interdição aérea de zonas específicas, apoio aéreo para operações anfíbias, operações de interdição naval e projeções de forças diversas.

Atualmente a Libia voltou a ser o cenário de combates internos envolvendo não sò tropas convencionais em terra mas também um bom numero de aeronaves que foram preservadas da antiga Força Aérea Lìbia, que jà foi uma das mais poderosas da Africa do Norte, perdendo apenas para a do Egito na atualidade do século XXI.

O cenário do Mediterrâneo está em tendência de se tornar tão tenso quanto o Golfo Pérsico e Mar do Sul da China devido à somatória de fatores dos mais diversos que vão desde a costa de Israel, Líbano e Síria, passando pelo estreito de Dardanelos e com a crise de migrantes que atravessam o Mediterrâneo rumo a Europa, e que já está transformando toda a geopolítica local.

Com informações da U.S. Navy via U.S. Naval Forces Europe-Africa/U.S. 6th Fleet Public Affairs e Redação Orbis Defense Europa.

 



1 COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here
Enter the text from the image below