Tambores de guerra e/ou “Golpe” em curso na Venezuela?

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Imagem ilustrativa de movimentação de Militares do U.S. Marine Corps e U.S. Navy no Brasil durante a Operação UNITAS AMPHIBIOUS 2015.

A situação na Venezuela está se degradando a cada hora que passa, e, apesar dos esforços diplomáticos de de negociações de bastidores, ao que parece dificilmente a situação se resolverá sem algum tipo de confronto mais sério. E obviamente esse confronto acabará por envolver forças militares de nações vizinhas ou até mesmo forças militares dos USA na região.

As informações que chegam por fontes* do USSOUTHCOM ( U.S. Southern Command of U.S. Department of Defense) indicam movimentação de aeronaves e pessoal acima do normal nas bases dos Estados Unidos em Porto Rico e na Colômbia, assim como de aliados do Reino Unido e Holanda em atenção para as ilhas do Caribe que são protetorados destas nações. A fronteira com a Guiana também está sob vigilância reforçada e vôos já estão sendo desviados na região. Oficialmente nada foi divulgado tanto pelo U.S. SOUTHCOM como pelas Forças Armadas da Colômbia.

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Qualquer semelhança com a Siria não é mera coincidência! Aeronaves ja evitam o espaço aéreo venezuelano e acfts “sem identificação” sobrevoam as fronteiras com a Colômbia e Guiana.

Radioamadores que conseguem captar mensagens por frequências de faixa do cidadão e de uso das Forças Armadas venezuelanas informam via redes sociais que estão captando mensagens de de unidades militares do Exército e Força Aérea que já estariam rebeladas e tentam convencer outras unidades militares contra Nicolas Maduros e as forças que ainda o apoiam, bem como pedem apoio das nações vizinhas.
Embarcações mercantes que estão na costa da Venezuela afirmam que estão recebendo mensagens de rádio de militares da Marinha da Venezuela e da Guarda Costeira de Trinidad & Tobago para evitarem e/ou abandonarem a costa venezuelana.

Durante toda essa madrugada nas grandes mìdias internacionais jà se fala abertamente de um possìvel golpe militar contra Maduro e também de um “contra golpe” para neutralisar as forças que jà estariam ao lado do Presidente Gauldò se preparando para o confronto que poderà ocorrer nos proximos dias ou até mesmo nas proximas horas.

Medo de intervenção na Venezuela é antigo;

Em setembro de 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, não excluiu possibilidade de intervenção militar na Venezuela, caso necessário. O assunto da Venezuela foi levado até aos países do continente sul-americano em um jantar organizado por Trump na véspera da Assembleia Geral das Nações Unidas para os seus colegas da Colômbia, Panamá, Brasil e para a vice-presidente da Argentina.

Venezuela espera qualquer cenário dos EUA, incluindo o militar

Caracas não exclui nenhum cenário que os EUA venham a intentar contra o país, declarou o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza.

O chefe da diplomacia da Venezuela Jorge Arreaza declarou durante o encontro com o seu homólogo russo Sergei Lavrov, nas margens da Assembleia Geral da ONU, que seu país considera qualquer cenário que os EUA venham a intentar contra o seu país, incluindo a intervenção militar.

“Estamos prontos para qualquer cenário por parte dos EUA, o cenário militar não está excluído. Sabemos que podemos contar com a Rússia. Não somos amigos, somos irmãos”, afirmou Arreaza.

Com informações de fontes militares e grandes midias dos USA e Europa.

* Fontes pessoais que preferem permanecer no anonimato.

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