“Tirem Os Códigos De Mísseis Nucleares De Trump!”, Nancy Pelosi

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Um dos cinco assessores militares de codinome, nome e totalmente desconhecido margeou o presidente Barack Obama nos dias que antecederam a cerimônia de entrega do cargo de presidente dos EUA na Frente Oeste do Capitólio Americano, em Washington, no dia 20 de janeiro de 2017.

O assessor militar em questão carregava em suas mãos uma maleta executiva de couro preta, conhecida como “Futebol Nuclear” ou “Bolsa de Emergência do Presidente”. Em seu interior, segundo autoridades que já serviram a função de batedor, havia um hardware digital pouco sofisticado medindo aproximadamente 7,3 cm por 5 pol., conhecido como “o biscoito”, um dispositivo que continha os códigos de lançamento para um ataque nuclear estratégico.

Os códigos nucleares ultrassecretos não são elementos de ficção dos cinemas, são reais e capazes de permitir ao Comandante em Chefe autorizar um mortal e devastador ataque nuclear enquanto estiver longe de centros de comando fixos, como a Sala de Situação da Casa Branca.

No momento da posse do 45º Presidente dos EUA, Donald Trump, o briefing nuclear e os assessores mudaram-se silenciosamente para o seu lado, disponibilizando o poder e as opções bélicas nas mãos do chefe do executivo.

A decisão de lançar um ataque nuclear é única e exclusiva do presidente e retransmitida sob a forma de ordem ao chefe do Estado-Maior Conjunto, antes de ser enviada para a cadeia de comando.

O sistema de reação rápida foi projetado durante a Guerra Fria para colocar as forças nucleares do país em alerta máximo, visto que um ataque da União Soviética poderia destruir as defesas da nação e a sua liderança em 30 minutos ou menos.

Desta maneira, Trump passou a ter autoridade máxima e ordenar uma ação que neutralize de forma concentrada uma nação inimiga que desafie em atos militares os Estados Unidos da América, entretanto, tais controles de remessas nucleares e a sanidade do presidente foram colocados à prova após ser mencionado como motivador único e responsável pelos atos de violência e invasão ao Capitólio Americano no último dia 6 de janeiro.

Diante das incursões agressivas e criminosas de alguns manifestantes, e alimentada pelo vômito parcial das principais mídias marrons, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, perguntou ao oficial militar do Estado-Maior Conjunto dos EUA, Mark Milley, sobre os processos envolvidos na ordem de um ataque nuclear, e sobre como impedir “um presidente instável de iniciar hostilidades militares ou acessar os códigos de lançamento e ordenar um ataque nuclear”.

Segundo William Hennigan, o telefonema direto com Milley, que foi confirmado pelo escritório do Estado-Maior, ocorreu enquanto Pelosi tentava acusar Trump como responsável pelos atos criminosos. Pelosi disse que “A situação desse presidente desequilibrado não poderia ser mais perigosa, e devemos fazer tudo o que pudermos para proteger o povo americano de seu ataque desequilibrado ao nosso país e à nossa democracia”.

Milley, muito provavelmente, foi enfático em seguir a Constituição. Não há nada a ser feito, o presidente tem autoridade exclusiva de lançamento sobre o arsenal nuclear do país e assim permanece sobre sua posse desde do momento que o presidente Harry Truman ordenou o lançamento de bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial.

De imediato, Pelosi, como de costume, manifestou-se histericamente e exalou ares de medo a jornais e aos cidadãos solicitando que “tirem os códigos de mísseis nucleares deste presidente instável”.

Ao solicitar tais condutas em rede nacional, Pelosi colocou em risco a segurança dos EUA e buscou atropelar a Constituição Americana. A presidente da Câmara não tem e nunca terá autoridade para retirar ou esconder os códigos nucleares de um presidente americano, seja qual for.

Goste ou não, o presidente dos Estados Unidos tem autoridade exclusiva para lançar uma arma nuclear através de um processo complexo que envolve diversos assessores e analistas militares de recomendação, ou seja, não é tão simples. Nancy Pelosi deveria ser penalizada por colocar em risco cidadãos americanos ao adotar manobra de mau-conduta contra um presidente e à Constituição.

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